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MANTENHA A SUA CASA LIVRE DO COVID-19!

Por Beautyslime

Com dicas simples, porém eficientes, você consegue manter o ambiente higienizado e livre de vírus e bactérias.

O maior objetivo de pais e mães é proteger seus filhos, independentemente de estarmos ou não em época de pandemia.

A situação que estamos vivendo é um chamado para acordar e está nos mostrando algo que muita gente deixava passar despercebido: nossas crianças podem estar passando por situações de perigo, mesmo dentro de casa.

Afinal, germes, bactérias e vírus sobrevivem por tempos diferentes dependendo da superfície em que estão. Ou seja, se uma pessoa tossir na mão e, por exemplo, pegar na maquininha do delivery, essa maquininha está potencialmente contaminada e pode deixar dezenas de outras
famílias doentes.

É importante se atentar aos pequenos detalhes para evitar grandes problemas para você e as pessoas que você mais ama. Por isso, separamos algumas dicas para você manter sua casa sempre protegida e higienizada. Confira!

Dividir a casa em zonas

Algumas instituições de saúde estão sugerindo que as pessoas dividam a casa em duas partes: a “zona potencialmente contaminada” e a “zona descontaminada”.

A primeira contempla todos os espaços da casa que têm maior contato com o mundo exterior ou com objetos que chegam em casa, como compras de supermercados, roupas, sapatos e bolsas.

Na maioria das casas, essas zonas são a garagem e a área logo após a porta de entrada. É importante manter nesses lugares todos os objetos que vêm de fora. Você pode manter um cesto de roupas para, assim que chegar, tirá-las e colocá-las para lavar, um tapete para os sapatos e até separar um lugar para colocar bolsas e carteiras.

Sobre as roupas, o costume de chegar e colocá-las em cima da cama deve ser abandonado, pois elas são objetos potencialmente contaminados. Lave-as separadamente e nunca as misture com roupas limpas.

Sobre as compras de supermercado, tire-as dos sacos e as guarde adequadamente na despensa. Saquinhos de supermercado são potencialmente contaminados (principalmente se o atendente não está usando luvas), portanto descarte-os ou utilize-os como sacolinhas de
lixo. Não esqueça de higienizar as embalagens dos produtos antes de guardá-los na prateleira.

Já a zona descontaminada abrange todos os ambientes internos da casa que não devem entrar em contato com o mundo exterior, muito menos com objetos que vêm da rua.

Quartos, banheiros, sala de estar, escritório e cozinha devem ser lugares seguros para a sua família, por isso evite contaminá-los com objetos que vêm da rua.

Não esqueça de que a zona potencialmente contaminada deve ser higienizada com mais frequência do que qualquer outro lugar da sua casa.

Troque constantemente os tapetes e faça a higiene adequada de maçanetas e corrimões.

Como fazer a desinfecção de interiores?

Segundo recomendações da ANVISA, o ideal é a utilização de água sanitária e desinfetantes de uso geral para eliminar vírus e bactérias de superfícies e objetos.

Esses produtos são os mais recomendados para fazer a adequada desinfecção dos ambientes.

Utilize-os para limpeza geral e mantenha sempre o foco em objetos que entram em contato frequente com as mãos, como maçanetas e corrimões.

Objetos da cozinha que também passam de mãos em mãos, como copos, talheres e pratos, também merecem uma atenção especial e devem ser lavados frequentemente com água e sabão. Se possível, troque o pano de prato constantemente.

Outros objetos como controles remotos, mouses de computador e teclados e, principalmente, os brinquedos das crianças, devem ser higienizados com um pano úmido por álcool concentrado teor 70°.

Resumindo, a higienização da casa continua de forma normal, porém devemos dar atenção especial a objetos que entram em contato frequente com as mãos.

Vou sair de casa, e agora?

Mesmo com as medidas de isolamento, muitas pessoas precisam sair de suas casas. Algumas diariamente, no caso daqueles que trabalham em serviços essenciais, outras periodicamente para comprar itens básicos, como alimentos e medicamentos.

Quando for sair, é importante se atentar a alguns cuidados essenciais para não voltar pra casa com um “visitante” indesejado. Essas dicas são:

  • Utilize máscaras, principalmente se estiver doente. As máscaras profissionais devem ser deixadas para aqueles que trabalham no setor da saúde, porém você pode comprar ou fazer em casa máscaras de pano que, apesar de não protegerem tão bem, criam barreiras contra o vírus.
  • Como dito tantas vezes nesse texto, evite contato com objetos que passam de mãos em mãos, como carrinhos e cestas de supermercado, maquininhas de cartão, corrimões e etc.
  • Não cumprimente pessoas com contatos físicos como apertos de mãos ou beijinhos. Em tempos como esse, um “tchauzinho” à distância é a melhor opção.
  • Quando voltar para casa, deixe os objetos que vieram da rua na zona potencialmente contaminada e nunca entre com eles para o restante da casa.
  • E por último, porém não menos importante, lave muito bem as mãos, de preferência até a atura dos cotovelos, com bastante água e sabão.

Essas dicas se resumem a entender que o maior meio de transmissão do vírus é o contato com pessoas e objetos contaminados, e que as nossas mãos, apesar de serem ferramentas incríveis, são grandes focos de concentração do vírus.

Tudo o que queremos é chegar em casa e abraçar nossos pequenos, mas até esse ato pode simbolizar perigo para eles quando não nos atentamos às medidas de prevenção.

Portanto, fique em casa o máximo de tempo possível, lave muito bem as mãos e vamos, juntos, superar esse momento tão difícil.

Referências:
http://portal.anvisa.gov.br/noticias/-/asset_publisher/FXrpx9qY7FbU/content/saneantes-populacao-deve-usar-produtos-regularizados/219201

O ESTUDO NÃO PODE PARAR.

Por Beautyslime

Confira dicas simples para potencializar o estudo das crianças dentro de casa.

O isolamento social é uma das medidas adotadas pelas organizações de saúde para parar o avanço do novo coronavírus. Isso resultou em escolas fechadas e na pausa temporária dos estudos para milhões de crianças brasileiras.

Algumas escolas encontraram formas criativas de continuar com as aulas, oferecendo o ensino a distância por aulas em vídeo. Independentemente se a escola do seu filho adotou ou não esse tipo de medida, uma coisa é certa: o estudo não pode parar.

Em tempos de isolamento social, é importante que as crianças mantenham o senso de rotina e que entendam que ainda assim existem responsabilidades, prazos e tarefas a serem executadas. Uma boa forma de fazer isso é manter uma rotina de estudos que, apesar de não ser tão eficiente quanto as aulas presenciais, irá manter a mente ocupada e em desenvolvimento.

Por isso, trouxemos hoje algumas dicas que podem ajudar você a encontrar a melhor forma de estudar com os seus filhos sem sair de casa. Confira!

1 – Estabeleça uma rotina e fuja das distrações.

Nossa casa é um ambiente de descanso, conforto e despreocupação. Logo, como estamos todos em isolamento, as crianças tendem a pensar que toda hora é hora de jogar, brincar e ver TV.

É importante enfatizar que, apesar de estarmos todos dentro de nossas casas, ainda temos responsabilidades, deveres e tarefas a serem cumpridas. Uma boa forma de fazer as crianças entenderem isso é criando uma rotina de estudos.

Portanto, separar algumas horas do dia para desligar a TV e focar nos estudos é uma boa forma de ensinar responsabilidade e compromisso para os pequenos.

2 – Crie um espaço propício ao aprendizado.

Para que o estudo vire aprendizado é preciso fornecer à criança um ambiente confortável, silencioso e estimulante. Algumas pessoas têm espaços preparados para isso, como escritórios ou até mesmo bancadas dentro do quarto da criança, mas muitas pessoas improvisam esse ambiente na mesa de jantar, por exemplo.

Independentemente do espaço que você escolher, certifique-se de que ele é bem ventilado, iluminado e confortável para o seu filho. A cadeira deve ser da altura certa para não gerar incômodos e dores e o silêncio é indispensável.

Você pode apostar em estímulos sensoriais para potencializar o estudo, como uma música a frequências adequadas ou até mesmo cheiros. Fragrâncias como hortelã ou capim-limão são excelentes estímulos neurológicos e podem ajudar na hora do aprendizado.

3 – Evite estimular o aprendizado “decoreba”, mas incentive o entendimento da disciplina.

Muitas vezes as crianças se sentem desinteressadas por determinadas disciplinas pois o tema de estudo parece muito distante e abstrato em relação ao seu dia a dia.

Isso faz com que os pequenos apenas decorem dados e informações com o objetivo de passar na prova e logo esse conhecimento se perde. É importante que, no aprendizado, a criança apreenda o conhecimento, e não o decore.

Para estimular o entendimento da disciplina, é interessante demonstrar a elas como essas disciplinas, principalmente as julgadas “chatas”, estão presentes no dia a dia.

Em vez de lutar contra gráficos e fórmulas, que tal arrastar os pés no chão com bastante força, demonstrando que o atrito influencia na velocidade que os corpos se movem pelo espaço?

E para aquela criança que diz detestar e ser ruim em matemática, que tal mostrar a ela que em seu jogo favorito ela realiza centenas de cálculos simples para saber quanto dano dará aos seus oponentes ou quão antes da curva ela precisa frear para que o carro não bata?

Mostrar para os pequenos como as disciplinas estão presentes no nosso dia a dia é uma ótima forma não de apenas potencializar o aprendizado, mas de despertar o interesse pelo conhecimento.

4 – Seja uma pessoa estimulante e ame estudar com os seus filhos!

São raras as crianças que acordam animadas para uma rotina de estudos. Muitas delas querem se divertir e não se preocupar com o aprendizado. Elas querem fazer coisas “legais”, como brincar, jogar ou navegar pela internet.

Por isso é tão importante mostrar que estudar pode ser incrível e abrir portas para diversões ainda maiores do que ficar em casa jogando videogame.

Para passar essa ideia, VOCÊ também precisa estar animado(a) para esse momento. Se a hora do estudo for uma penalidade para você, será para a criança também.

Portanto, encare o estudo como horas de conexão e proximidade com os seus filhos. No futuro, isso pode render gostosas histórias e risadas, tudo depende do quão estimulante e animado(a) você estará para estudar com eles.

5 – Contenha a insegurança e encare a situação com leveza!

É totalmente normal que você tenha esquecido muitas das matérias específicas que aprendeu na escola. As fórmulas das aulas de física ou regras biológicas podem parecer impossíveis de ensinar, porém não demonstre insegurança!

Na hora do estudo, você é o grande apoio do seu filho e ele está depositando em você a função de ensiná-lo. Se você demonstrar insegurança ou indisposição, o comportamento dele será o mesmo.

Um dos maiores aprendizados da vida é entender que não precisamos saber tudo. Quando as crianças se veem pressionadas a um desempenho tão perfeito, a falha ou o esquecimento podem trazer frustrações.

Logo, o “não saber” abre portas para a curiosidade e o desejo de aprender. Você pode responder ao seu filho que não sabe algo sobre química, mas que, juntos, irão encontrar essa resposta.

Anotem em um caderninho todas as dúvidas para que seu filho as leve ao professor na volta às aulas. Pedir para que ele descubra essas informações e ensine para você depois é uma ótima forma de mostrar que vocês dois estão em um processo eterno de aprendizado, e isso é incrível!

Não existe uma fórmula para melhorar o desempenho das crianças ao estudar em casa, mas acreditamos que com muito amor, carinho e respeito a hora do estudo pode ser mais uma oportunidade de se conectar e ensinar aos pequenos o quanto é importante aprender.

* Fontes: IG, Pais que Educam, Blog Colégio Arnaldo, UpdateOrdie.

IDEIAS PARA VIAJAR NO TEMPO DURANTE O DISTANCIAMENTO SOCIAL

Por Beautyslime

Estamos recolhidos para evitar o contágio com a COVID-19, a versão atual do coronavírus que se alastrou pelo mundo nos últimos meses e para a qual, infelizmente, ainda não existe um remédio já testado e comprovadamente eficaz para o tratamento.

Generalizou-se chamar de quarentena esse período, mas a maioria das pessoas está em distanciamento social, tentando reduzir o risco de transmissão. Em “quarenta” está quem teve contato com alguém que tem o vírus. E em isolamento, de fato, estão aquelas pessoas que testaram positivo para a COVID-19.

Além das medidas de higiene, como lavar as mãos regularmente e higienizá-las com álcool gel, o distanciamento social é o melhor que podemos fazer no momento para evitar a propagação da doença. Ficando em casa estaremos nos protegendo e protegendo também as outras pessoas.

Muita gente ficou em dúvida quando surgiu esse termo “quarenta”, pensando se ficaremos em casa por quarenta dias. As coisas não são bem assim.

O termo quarentena se aplica a todas as situações de confinamento em que é necessário isolar alguém que teve contato com alguma doença que pode se propagar e contaminar um grande grupo de pessoas.

O termo vem da Idade Média e foi assim nominado porque os navios que chegavam aos portos na Europa, vindos de regiões onde havia algum surto epidemiológico, tinham que cumprir o período de quarenta dias de isolamento.

No contexto atual do coronavírus o período médio de quarentena é de 14 dias. A duração do período de distanciamento social dependerá do histórico da evolução e do controle e da propagação do vírus.

Buscar conhecer a origem das coisas é uma das formas mais seguras e interessantes de nos prepararmos para qualquer situação que requeira de nós algum posicionamento. O conhecimento é um bem precioso e nos dá muito mais autonomia do que podemos imaginar.

Sendo assim, que tal aproveitar esse momento, em que estar em casa com a família é o melhor que podemos fazer por nossa saúde e pela saúde dos outros, para criar atividades coletivas que sejam lúdicas, didáticas, aprimorem o conhecimento e que ajudem o tempo a passar de forma agradável e útil?

Pensamos em três atividades, todas relacionadas à preservação da memória tanto familiar quanto cultural.

Hoje, quando se fala em memória, a primeira ideia que nos vem à mente é a quantidade de megabytes que têm os aparelhos celulares, e isso não poderia ser diferente.

Estamos vivendo em um mundo em que o protagonismo dos aparelhos celulares é irreversível e inevitável e também muito útil. Já pensou viver o distanciamento social sem as várias possibilidades de comunicação e interação por meio dos celulares? Impensável!

Atualmente, por incrível que possa parecer, a maioria das pessoas está mais focada em “ter mais memória” para interagir e cada vez menos interessada em preservar a memória e a história das quais fazemos parte.

Assim, a primeira atividade que vamos sugerir é que você proponha aos seus companheiros de recolhimento, especialmente os pequenos, que criem juntos um DIÁRIO DE BORDO dessa experiência, chamando-a de distanciamento, quarentena ou como vocês quiserem.

Pode ser escrito em um caderno, criado em um arquivo de Word ou até no celular. O importante é que cada pessoa da família colabore com seu ponto de vista e contribua com dados que ache relevantes para preservar a memória desse momento de transição.

Vale usar fotos, vídeos, áudios, recortes de notícias, desenhos, histórias em quadrinho, relato dos jogos e brincadeiras que mais ajudaram a passar o tempo. Estamos resguardados, mas a imaginação não está!

A segunda atividade que pensamos é a criação de um painel com a ÁRVORE GENEALÓGICA DA FAMÍLIA, com fotos, nomes, pequenas biografias contando quem é ou era aquela pessoa, suas atividades, seu humor, curiosidades etc.

Se for criada em um laptop ou tablet, essa árvore genealógica pode ser “animada”, ter pequenos vídeos, depoimentos. Aqui também vale todo tipo de material.

Além de se divertirem muito, você estará ajudando seus filhos a saberem mais sobre sua família; e isso, certamente, os ajudará a saberem muito mais sobre si mesmos.

E por último, pensamos em uma brincadeira que costuma ser muito legal e até causar espanto aos mais novos: UMA VIAGEM AO TEMPO PELA HISTÓRIA DOS APARELHOS ELETRÔNICOS.

A brincadeira não precisa ter esse nome, batize-a como você achar mais legal. A ideia é apresentar para as crianças a origem dos produtos que foram tendo suas funções incorporadas ao celular.

Você pode começar a brincadeira dizendo algo mais ou menos assim:

“Hoje o aparelho celular toca música, tira e armazena fotos, troca informações por mensagem de texto, faz pesquisas e até, embora esteja meio fora de uso, faz chamadas de voz. Sabia que, não faz muito tempo, para fazer tudo o que o aparelho celular faz, era preciso vários aparelhos?”

Em seguida, vocês podem usar o próprio celular para buscar na internet fotos e informações sobre os equipamentos que fazem parte dessa história.

Comece a viagem pelos aparelhos “3 em 1”, os bisavôs dos aparelhos multifuncionais e que existem desde os anos 1950, no século passado.

Depois busque aparelhos como o telefone fixo com fio, os “tijolões” que eram as primeiras gerações de celulares; as câmeras fotográficas com lentes cambiáveis e que tiravam fotos que precisavam ser reveladas; os aparelhos gravadores portáteis; as fitas cassete para os gravadores; as pilhas enormes que esses aparelhos usavam.

Sobre todos esses aparelhos e muitos outros, há histórias bem interessantes sobre a origem e o contexto histórico.

Provavelmente a maioria das crianças não sabe que “antigamente” existiam os walkmans, aparelhos portáteis criados pela Sony, e que permitiam ouvir fitas cassete, quando era essa forma de armazenar música. Depois que os CDs se popularizaram, nos anos 1980, a Sony lançou o discman.

Aproveite que estará falando sobre o CD para apresentar sua coleção de vinil ou alguma coleção interessante que encontre na internet.

Você pode encerrar essa viagem ao passado dos aparelhos eletrônicos falando daqueles estranhos objetos que eram processador de texto com teclados mecânicos e impressora ao mesmo tempo, e não eram alimentados por energia elétrica nem por bateria: as máquinas de escrever, que têm a configuração como a conhecemos desde o século XIX.

Talvez existam em sua casa ou na casa dos avós de seus filhos alguns aparelhos desses como relíquia, guardados no canto de uma garagem ou em algum quarto de despensa.

Quem sabe quando vocês voltarem dessa viagem ao tempo já tenhamos boas e concretas notícias sobre a evolução das pesquisas para o combate e a cura do coronavírus!

Tomara!

Boa viagem!!!

O Coronavírus está mudando o mundo.

Por Beautyslime

O mundo não será mais o mesmo depois do Coronavírus. È a primeira vez que as gerações que nasceram depois da Segunda Grande Guerra, no século passado, estão se deparando com uma comoção mundial.

È frustrante para a maioria das pessoas, mas ainda é cedo para sabermos quase tudo o que gostaríamos de saber sobre o Coronavírus: em quanto tempo sua propagação será controlada, quando haverá uma vacina eficaz, se há algum remédio que possa combatê-lo… essas são apenas algumas das questões que terão que esperar um pouco mais de tempo para serem respondidas.

Os principais cientistas do mundo estão voltados nessa direção e as pesquisas estão evoluindo, mas a resposta definitiva virá quando ela for segura. Tomara que seja em breve.

Apesar da velocidade em que a tecnologia colocou quase todas as questões contemporâneas, não é possível e nem responsável a ciência criar um antídoto eficiente e seguro com a mesma rapidez com a qual temos lidando com quase tudo a nossa volta.

E será que essa forma tão veloz é a melhor e a que nos fará mais felizes? Talvez seja um bom momento para pensar nisso.

Há uma avalanche de especulações e informações desencontradas sobre o Coronavírus que só geram pânico; principalmente as difundidas nas redes sociais de forma aleatória. Qualquer dúvida deve ser esclarecida com os médicos em quem confiamos e fontes seguras e oficiais; especialmente nos sites do Ministério da Saúde e da Organização Mundial de Saúde.

Porém, algumas coisas que já podemos afirmar: embora o risco maior esteja entre os idosos e as pessoas que tenham alguma fragilidade de saúde causada por outras questões, TODOS estamos potencialmente sujeitos a sermos acometidos pelo Coronavírus. Inclusive os jovens; tanto no que diz respeito a ficar doente quanto como potenciais agentes de propagação do vírus.

Embora para a grande maioria das pessoas, fala-se em 80% das pessoas infectadas, as chances do Corinavírus provocar algo semelhante a um forte resfriado serem grandes, isso não quer dizer que não se deva respeitar as orientações de proteção e higiene para evitar o contágio, medidas que são bem fáceis de atender.

Apesar das dúvidas, dos temores e da propagação do Coronavírus, também está se espalhando pelo mundo um sentimento de solidariedade que tem a chance de nos colocar em um outro patamar de interação com o próximo, com nós mesmos, com o trabalho e com o Planeta.

Mesmo sendo um momento tão delicado, as ações amorosas e humanitárias estão nos mostrando que é possível mudar o mundo para um lugar mais afetivo, colaborativo e menos predador das relações humanas e dos recursos naturais.

Aplausos coletivos às equipes de saúde, cantoras e cantores oferecendo seus talentos pelas janelas de suas casas e pela internet, vizinhos colocando nos elevadores cartazes feitos à mão oferecendo ações comunitárias, rodas globais de orações independente da fé que se pratique… essas são apenas algumas das camadas de esperança que já se pode observar e que estão tomando conta do mundo e ajudando a apaziguar essa travessia.

Além do uso constante de luvas e álcool gel e dos outros procedimentos de proteção, estamos vivendo um inédito período de quarentena; onde ficar em casa é o melhor que podemos e devemos fazer para nos protegermos.

Atentas a nova necessidade dos consumidores e observando determinações oficiais, a maioria das empresas que prestam serviços às comunidades estão revendo ou aperfeiçoando sua forma de interação com os clientes.

As relações de trabalho estão se adaptando. Graças à tecnologia, o homeoffice, que já funcionava bem em algumas atividades, está se expandindo a algumas áreas que ainda não faziam uso regular dessa possibilidade. Ferramentas da Microsoft e da Cisco Webex, que ajudam a aprimorar o home-office, podem ser consultadas sem custo.

Confira algumas das opções que podem ajudar a deixar o período de quarentena mais confortável e agradável.

As entregas pelo delivery se intensificaram para os ramos de negócio que ainda relutavam a aderir ao sistema. Está se incentivando que se tente, na medida do possível, usar os serviços das empresas locais (padarias, cafés, livrarias) para estimular a manutenção dos estabelecimentos que estão fechados para o público e os empregos de seus funcionários. Isso também é uma forma de solidariedade.

Operadoras, como a Sky, Vivo, Globoplay, Disney e Pixar liberaram canais e alguns block-busters. Há canais de jogos eletrônicos para todas as idades disponibilizando suas atrações. Ligas esportivas como a NBA League Pass abriram seus sinais.

È possível praticar yoga ou fazer terapia on-line com profissionais que sociabilizaram suas aulas e sessões de atendimento. Há varias opções na Internet.

Alguns cursos de idiomas e curso livres de universidades como a Harvard estão abertos ao público durante a quarentena. O SESI está oferecendo formação técnica virtual para áreas onde isso também é possível.

A Amazon disponibilizou uma verdadeira biblioteca virtual, com histórias para todos os gostos. Além dos livros, que são excelentes companheiros para todas as horas, há outras formas de preencher a quarentena com atividades culturais.

Que tal ajudar o tempo a passar mais rápido levando a família para fazer uma visita virtual aos grandes museus do mundo? Já pensou ver a Monalisa no Louvre, na França ? Ou a sessão egípcia do British Museum, de Londres? A sensacional sessão de arte africana do Metropolitam Museum que fica em Nova York? Esses são apenas alguns dos museus que se pode visitar virtualmente e que estão com seus conteúdos parcial ou totalmente liberados.

Há canais de shows de grandes artistas, peças de teatro e acervos de filmes por gênero que também se pode curtir.

Além das medidas de segurança, a educação, a cultura, as boas ações compartilhadas são as melhores formas de nos ajudar a tentar manter a serenidade que o mundo precisa para se curar.

Que o MELHOR sempre aconteça!

HORA DE FICAR EM CASA: QUE TAL LER UM BOM LIVRO PARA OS PEQUENOS?

Por Beautyslime

O Cornavírus chegou ao Brasil. O momento é de muito atenção com a saúde. Ainda não se sabe ao certo qual será a dimensão da disseminação do vírus entre nós. Torcemos para que ela seja controlada com a maior rapidez o possível.

Trata-se da primeira grande pandemia mundial em tempos de redes sociais; para o bem e para o mal.

Ao mesmo tempo em que as informações importantes e necessárias se propagam com grande velocidade, o que é ótimo, há também a disseminação veloz de muitas fake news que estão gerando dúvidas e podem levar ao pânico.

O pânico não ajudará a nos protegermos do Coronavírus!

Já falamos aqui que em caso de suspeita o melhor que se tem a fazer é observar, reportar o assunto a um médico de sua confiança rapidamente e buscar com ele a orientação sobre o que deve ser feito.

Todas as autoridades e profissionais de notório saber sobre o assunto são unanimes em pedir que se evite ir aos Postos de Atendimento se não tiver confirmação de que isso é absolutamente necessário.

As autoridades pedem também que se mantenham alguns procedimentos que, na verdade, deveriam fazer parte dos hábitos de todos nós, independente de qualquer surto viral: lavar as mãos com frequência, higienizá-las e aos punhos com gel em composição adequada, espirrar ou tossir protegendo o nariz e a boca com o cotovelo dobrado… e evitar aglomerações!

Esse é um bom momento para ficarmos mais em casa. E para conviver mais com a família,
propor as crianças atividades lúdicas e divertidas e que ajudem as horas a passarem de forma amorosa e prazerosa.

Que tal preencher esse tempo a mais que ficaremos em casa com uma boa leitura para os pequenos?

Fizemos uma seleção especial de livros que grandes nomes da literatura brasileira que se dedicaram a criar histórias, de excelente qualidade, para as crianças.

Tomara que a literatura nos ajude a atravessar essa experiência com mais serenidade!

“A mulher que matou os peixes”, Clarice Lispector – Logo no começo a autora/personagem já confessa aos leitores que foi ela mesma, que está contando a historia, quem matou os peixes. È claro que foi sem querer. Enquanto constrói a narrativa, Clarice reflete sobre a importante relação de afeto entre os animais e os seres humanos. A edição, da Editora Rocco, traz ilustrações criadas pela própria Clarice Lispector.

“O Menino Mágico”, Raquel de Queiroz – Uma das maiores escritoras brasileiras dedicou toda uma coleção para as crianças e jovens. Vamos destacar aqui o livro que conta a historia genial de Daniel, um garoto de seis anos, que era mágico sem ter aprendido a fazer mágicas. Estranhamente, Daniel acorda numa outra cama de sua casa, diferente da que ele tinha se deitado. Muito mistério e diversão para falar de coisas muito importantes para as crianças. Editora Caramelo.

“Uma ideia toda Azul”, Marina Colassanti – O livro, publicado pelo Grupo Editorial Global, traz uma seleção de contos criados por Marina Colassanti, com narrativa ágil, atraente e bem-humorada. È uma excelente chance para apresentar para as crianças a narrativa mais curta do conto. O livro recebeu o Prêmio APCA, da Associação Paulista dos Críticos de Arte de São Paulo.

“Ou isso ou aquilo”, Cecília Meireles – Os poemas de Cecília Meireles encantam o mundo adulto já faz algumas décadas. Esse seu livro para crianças, também. Ao longo do livro, o poema vai refletindo com elegância e delicadeza sobre algumas contradições e questões do cotidiano; confirmando a máxima que diz que não existe ‘jeito certo, e sim jeito próprio de ser’. Grupo Editorial Global.

“A Arca de Noé”, Vinicius de Moraes – Vinicius de Moraes, um dos principais compositores e nomes da cultura brasileira, também criou vários projetos para crianças. Sua famosa arca de Noé, ‘carrega’ 32 poemas que trazem lindas historias sobre animais. O projeto já foi musicado pelo próprio Vinicius, virou peça de teatro, programa de televisão e é uma ótima opção de diversão para todas as idades. Uma das edições disponíveis é da Editora Saraiva.

“Chapeuzinho Amarelo”, Chico Buarque de Holanda – outro grande nome da música popular brasileira e que também faz livros para adultos, Chico Buarque, criou um projeto muito legal para os pequenos. Trata-se de outra versão de Chapeuzinho Vermelho. Diferente da destemida Chapeuzinho de Charles Perrault, a Chapeuzinho Amarelo de Chico Buarque começa a sua historia ‘amarelada de medo’. Será que ela ficará assim até o final? A edição da Editora Autentica foi ilustrada por Ziraldo; o ‘pai’ do Menino Maluquinho.

‘As Frangas’, de Caio Fernando Abreu – o escritor deixou como parte de sua obra a aventura intrigante de oito galinhas que dividiam a vida em cima de uma geladeira. Com humor e respeito aos temas de formação para as crianças, Caio Fernand Abreu costura nessa narrativa, ilustrada pela artista Suppa, algumas memórias de sua infância. Editora Nova Fronteira.