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EDUCAÇÃO FINANCEIRA PARA CRIANÇAS!

Por Beautyslime

“Mamãe, por favor, me compra um celular novo? Papai, cadê o skate novo que você ia me comprar? Já comprou a minha boneca, Vovó?”

De uma forma ou de outra, variando o objeto de desejo, essas frases fazem parte do cotidiano de qualquer família contemporânea que tenha filhos. Em todas as formulações dessas frases aparece um verbo que está intimamente ligado às regras do mundo em que vivemos: comprar.

As redes sociais e os outros meios de comunicação estão cada vez mais preparadas para divulgar as novidades do mercado; e é muito bom poder consumir os produtos e bens que se quer.

Mas, como agir com os pequenos quando se pretende que antes de consumidores ávidos por novidades eles sejam pessoas felizes, realizadas e que estejam atentas a consumir só o que precisam?

Para além do consumo, os temas que envolvem as finanças e o mercado financeiro estão ocupando cada vez mais espaço na mídia e na atenção das crianças; seja no horário nobre da televisão ou nos principais sites de noticias das redes sociais. Fala-se a todo momento na assustadora variação do dólar, na verdadeira montanha russa que é a bolsa de valores, nos índices de inflação, Taxa Selic e outras mais.

Provavelmente, não são só as crianças que ao se depararem com essas notícias fazem questionamentos que podem ser resumidos em uma pergunta: “Como as oscilações da economia afetam a minha vida pessoal?”

Também costumam fazer parte dos questionamentos dos pequenos, perguntas conceituais como: “Por que o banco de chama banco?”, “Por que cada país tem uma moeda diferente?”, “Por que o dinheiro em papel se chama moeda?”, etc…

Uma das ferramentas mais eficientes para preparar as crianças para essas questões são os cursos de educação financeira. Eles têm feito bastante sucesso e são cada vez mais necessários.

As escolas terão que incluir o tema em seus conteúdos. Há excelentes cursos online ou presenciais que abordam o assunto, ajudam a conhecer melhor o universo financeiro e refletem sobre alternativas para mantermos uma relação saudável com o dinheiro e o consumo.

Esses cursos discutem como transformar sonhos em projetos; refletem sobre a diferença entre desejo e necessidade; ensinam que um orçamento bem planejado pode ajudar a realizar tanto as necessidades e os projetos como os sonhos e desejos.

Ainda se pode aprender a escolher o que se consome pela sua qualidade e não por apelos de marketing; a importância de se conhecer a origem dos produtos e de saber se os fabricantes respeitam as Leis; se os produtos não são produzidos utilizando mão de obra infantil, o sacrifício animal ou consumo predatório dos recursos naturais do Planeta.

Como aprender a poupar, controlar gastos e evitar a ‘assombração’ das dívidas, são assuntos de destaques nas aulas.

Mas você também pode criar o seu próprio curso de educação financeira para as crianças; focando mais objetivamente nas questões ao contexto e a realidade da sua família.

Comece, por exemplo, introduzindo o assunto presenteando os pequenos com o bom e velho cofrinho de moedas.

Que tal transformar as embalagens dos sabonetes líquidos da Beauty Slime em cofrinhos?

Elas têm um formato bem atraente para esse fim. E você e seus filhos podem criar um cofrinho para cada valor/tamanho de moeda e decorá-los com os adesivos que acompanham o Kit-Mix do Shampoo Beauty Slime.

Com esse gesto, além de ensinar as crianças a poupar, o que significa ajudá-las a se prepararem melhor para o futuro, você estará passando noções de sustentabilidade com o reaproveitamento das embalagens.

É só deixar a criatividade aflorar e transformar o aprendizado em uma brincadeira divertida!

Enquanto criam ou colocam as moedas nos cofrinhos, você poderá ir contando aos seus filhos histórias como que o nome ‘banco’ teve origem na Itália, na Renascença; e que isso se deu porque era assim que se chamavam as mesas onde as pessoas se sentavam para negociar.
Ou que a primeira transação financeira eletrônica aconteceu na Escócia, em 1983. Há muitas historias interessantes sobre a origem do dinheiro, da moeda e das interações financeiras.

Aqui vão dois links entre os muitos que você encontra na Internet e que abordam o tema de educação financeira para toda família com seriedade. Eles trazem ótimas opções de cursos e informações bem interessantes; que podem ser uteis tanto para ensinar para as crianças como para o seu próprio conhecimento.

O documento de cidadania financeira do Banco Central do Brasil:

https://www.bcb.gov.br/content/cidadaniafinanceira/documentos_cidadania/Cuidando_do_seu_dinheiro_Gestao_de_Financas_Pessoais/caderno_cidadania_financeira.pdf

E o portal online da Fundação Getulio Vargas:

https://www5.fgv.br/fgvonline/

Divirtam-se!

A tecnologia ajuda ou atrapalha na educação das crianças?

Por Beautyslime

Essa não é uma questão que tenha resposta simples ou conclusiva em um único texto. Ela nos renderá ainda muitas reflexões.

Afinal, a tecnologia aproxima ou isola as pessoas? Aprofunda o conhecimento e a possibilidade de atenção ou ajuda a criar seres mais dispersos e que não conseguem se ater ao mesmo foco por mais que alguns segundos? A espera pelos “likes” deixa mesmo as pessoas mais ansiosas? O volume de ”hates” recebidos em um post pode deprimir?

Há que se olhar para esse assunto com atenção e rigor, mas também estar aberto a tentar entender para onde se move esse admirável mundo novo no qual estamos vivendo desde que os computadores e a evolução das comunicações ganharam o protagonismo que estão tendo.

Nunca tivemos tanto acesso a informação ou pudemos, em tempo praticamente real, matar a saudade de quem está longe, tirar as dúvidas sobre algum assunto ou buscar por conhecimento focado e seguro com tanta agilidade e eficiência. Por outro lado, nunca estivemos tão expostos em relação aos conteúdos de nossas vidas e com a possibilidade de termos nossos dados conhecidos e controlados.

A mesma tecnologia que aumentou a nossa segurança multiplicou em progressão geométrica a nossa vulnerabilidade e exposição.

Você já parou para pensar que, ao postarmos nas redes sociais, por exemplo, as fotos e vídeos da festa de aniversário da maior preciosidade de nossas vidas, os filhos, além do registro afetivo e de fazer chegar para quem está longe os detalhes desse momento tão importante, estaremos expondo também, para os milhões de pessoas que têm acesso (e que vasculham!) à internet, quem somos, como vivemos, com quem convivemos, que tipo de festa nosso orçamento nos permite oferecer e para qual número de pessoas?

Pois bem, e o que isso tem a ver com educar em tempos de tecnologia? Tudo!

Essas questões (exposição, conteúdos controlados e o uso que se pode fazer deles) são a base da reflexão sobre como educar no mundo tecnológico.

Não dá para ignorar que o acesso à tecnologia de alta qualidade e velocidade veio para ficar e é extremamente atraente para todos, não só para as crianças. Ela pode, deve e está sendo usada como um eficaz instrumento de alfabetização, aprendizado, diversão e multiplicação de conhecimento. Mas também como um perigoso mecanismo de acesso a dados que nem sempre sabemos que estamos fornecendo.

Seria utópico sugerir que é preciso tirar das crianças o acesso aos gadgets; seria arrumar um inimigo! Mas é urgente e importante dizer que esse acesso deve ser conhecido e controlado de alguma forma pelos responsáveis, assim como o tempo de exposição e interação com as diversões eletrônicas devem ser negociados para que haja tempo e espaço para brincadeiras ao ar livre, leitura e… conversa ao vivo!

Sugerimos que essa, digamos, supervisão ao acesso e interação com a tecnologia deva ser feita de maneira transparente, orgânica e deixando claro que não se trata de uma punição, mas sim da tentativa de equilíbrio entre a interação com a tecnologia e os outras formas sensoriais, afetivas e intelectuais de se divertir.
Isso certamente ajudará a criar adultos e cidadãos mais afetivos, conscientes e que saberão buscar e tirar o melhor proveito de conteúdo e das outras possibilidades de interação que a tecnologia pode proporcionar.

Ainda é cedo para saber ao certo o quanto de positivo e negativo há na nossa relação com as máquinas. Por isso, é importante estar atento a esses detalhes.

O bom senso, a conversa, o entendimento, a disciplina, alguns limites, a busca por soluções orgânicas e a manifestação do amor são os melhores “aplicativos” para se usar na hora de educar.