Categoria: EDUCAÇÃO

LEITURA: DO NASCIMENTO À ADOLESCÊNCIA.

Por Beautyslime

Será que existem livros adequados para cada faixa etária? Confira dicas que podem te ajudar a introduzir seu filho no mundo da literatura.

Você provavelmente já ouviu alguém falar que crianças são como pequenas esponjas. Essa frase está relacionada à grande flexibilidade do cérebro das crianças nos seus primeiros anos de vida.

Essa capacidade é necessária para que as crianças entrem no mundo e comecem a aprender tudo o mais rápido possível. Elas escutam o que falamos, veem as coisas que assistimos e percebem como agimos em sociedade e uns com os outros.

Por isso é extremamente importante proporcionar à criança um ambiente livre de violência e repleto de boas maneiras, positividade e informações que estimulem o bom desenvolvimento, não só de um ser humano, mas de um cidadão preparado para o mundo.

Além do comportamento que devemos ter dentro de casa e dos conteúdos que disponibilizamos a elas, existe algo de extrema importância que, quanto antes introduzido à criança, melhor será o seu crescimento: o hábito da leitura.

Ler um livro é como uma academia para o nosso cérebro, pois aumenta as nossas conexões neurais, melhora a nossa escrita e vocabulário, aumenta a nossa criatividade, nos apresenta questões éticas e morais e nos ensina sobre empatia.

Todos esses benefícios são muito importantes, principalmente durante a infância. Nunca é tarde para começar a ler, mas, continuando com o exemplo da academia, quanto mais demorarmos para criar o hábito, mais difícil é inserir isso na nossa rotina, principalmente depois do início da fase adulta.

Mas como começar? Quais são os livros mais indicados para as diferentes fases da infância?

No restante deste post, te daremos algumas dicas de como escolher o livro ideal para o seu filho, além de algumas sugestões incríveis para começar hoje a introduzir os pequenos no incrível mundo da leitura.

Livros para crianças de 0 a 2 anos de idade.

Nessa fase da vida a criança ainda não tem a visão bem definida e não atribuiu significado às palavras, mas isso não significa que ainda não é o momento para a leitura!

O ideal é estimular os sentidos com cores vibrantes, texturas e até sons! Busque por livros resistentes, com bordas arredondadas e pequenos, para que a criança consiga manusear com facilidade.

Se tiver texto, ele deve ser curto, claro e muito simples. O assunto também deve seguir essa diretriz, falando sobre objetos, animais e ações.

Para essas crianças, indicamos livros como “Fazenda: toque e sinta”, escrito por Márcia Duarte Companhone, ou “Cores: meu livrinho dobra-desdobra”, de Luciano Campelo.

Ambos falam sobre objetos, cores e animais. Leituras simples como essas são as mais recomendadas para essa faixa etária.

Livros para crianças dos 3 aos 5 anos de idade.

Nessa fase a criança já passa a ter maior compreensão das palavras, aprendendo a ler e a escrever algumas palavras sozinha.

Isso abre espaço para narrativas um pouco mais complexas, principalmente as que expõem valores morais e éticos, que falam sobre o nosso cotidiano e que promovem reflexões.

É aqui que começamos a falar sobre amizade, amor pela natureza, valorização da família e outros temas importantes para o desenvolvimento da criança.

Livros sobre conceitos básicos de letras e números são muito recomendados, além daqueles que falam sobre histórias fantasiosas. Só é preciso ter cuidado pois a criança ainda não entende as diferenças entre o real e o ficcional, portanto monstros e imagens grotescas devem ser evitados.

Recomendamos os livros da Fisher-Price, principalmente “Primeiros números” que, de forma divertida e com atividades, ensina a criança a contar até 10. Pertencente à mesma série, “Como é bom ter amigos” explica de forma muito simples a importância das amizades na nossa vida. São ótimos livros para ler com o seu pequeno.

Livros para crianças dos 6 aos 8 anos de idade.

Nesse momento a criança já consegue ler sozinha e pode ter interesse sobre assuntos mais complexos e uma leitura mais dinâmica.

Livros que falam sobre a origem das coisas ou que têm relação com as disciplinas que elas estão vendo na escola são muito recomendados. Livros de aventura também são ótimos, porém é importante se atentar às temáticas trabalhadas no livro para que seus pequenos não leiam nada muito além do planejado.

Ainda nessa faixa etária, livros com ilustrações são muito recomendados.

Os livros da Turma da Mônica falam sobre interações sociais entre crianças sempre com muito bom humor e leveza. Livros com as histórias da Disney também são repletos de temáticas para crianças dessa idade.

O site Dentro da História disponibiliza livros personalizados com o seu pequeno fazendo parte da história. Você consegue descrever seu filho e colocá-lo dentro dessas aventuras com esses personagens tão amados.

Confira AQUI (HIPERLINK: https://www.dentrodahistoria.com.br/livros-criancas-6a8)

Livros para crianças a partir dos 9 anos.

Se seu filho já estiver bem inserido no mundo da leitura, ele já deve estar preparado para narrativas com temáticas ainda mais complexas e um vocabulário mais extenso.

Além disso, ele já deve ter criado gostos e preferências em relação ao estilo da leitura e dos seus temas. O importante é não limitar a criança nesse momento. Se ela gosta de romance, aventura, ficção científica ou fantasia, o importante é continuar estimulando a criança. Só se atente, sempre, ao conteúdo que ela está consumindo.

Temas mais intensos como separação, rejeição, decepção, medo, suspense e terror podem ser abordados, porém sempre com moderação e total conhecimento do conteúdo por parte dos responsáveis.

É nessa idade que a criança pode começar a ler livros como “Harry Potter e a Pedra Filosofal”, escrito por J. K. Rowling, ou Roverandom, escrito pelo brilhante J. R. R. Tolkien.

Esperamos ter ajudado você a escolher livros adequados para crianças de todas as idades. Sabemos que pode parecer difícil olhar para as prateleiras e decidir qual é o melhor livro para o seu pequeno, mas o importante mesmo é saber o quanto a leitura é essencial para o desenvolvimento das crianças e sempre estar do lado delas, monitorando com cautela o conteúdo que elas estão consumindo e participando desse momento tão importante que é a descoberta da leitura.

Referências:

PONTES, Nathalia. Afinal, existem livros adequados para cada idade? Leiturinha, 2019. Disponível em: <https://leiturinha.com.br/blog/livros-adequados-para-cada-idade/>. Acesso em: 22 abr. 2018.

Qual é o melhor livro para crianças de cada idade? Dentro Da História, 2018. Disponível em: <https://www.dentrodahistoria.com.br/blog/literatura/livros-para-criancas/melhor-livro-para-criancas-cada-idade/>. Acesso em: 22 abr. 2018.

Livros Infantis: seleção para todas as idades. O Meu Bebê. Disponível em: <https://www.omeubebe.com/criancas/atividades-jogos/livros-infantis>. Acesso em: 22 abr. 2018.

LOURENÇO, Ana. 4 benefícios que a leitura traz para o cérebro (e para a vida). Guia do Estudante, 2018. Disponível em: <https://guiadoestudante.abril.com.br/blog/estante/4-beneficios-que-a-leitura-traz-para-o-cerebro-e-para-a-vida/>. Acesso em: 22 abr. 2018.

O ESTUDO NÃO PODE PARAR.

Por Beautyslime

Confira dicas simples para potencializar o estudo das crianças dentro de casa.

O isolamento social é uma das medidas adotadas pelas organizações de saúde para parar o avanço do novo coronavírus. Isso resultou em escolas fechadas e na pausa temporária dos estudos para milhões de crianças brasileiras.

Algumas escolas encontraram formas criativas de continuar com as aulas, oferecendo o ensino a distância por aulas em vídeo. Independentemente se a escola do seu filho adotou ou não esse tipo de medida, uma coisa é certa: o estudo não pode parar.

Em tempos de isolamento social, é importante que as crianças mantenham o senso de rotina e que entendam que ainda assim existem responsabilidades, prazos e tarefas a serem executadas. Uma boa forma de fazer isso é manter uma rotina de estudos que, apesar de não ser tão eficiente quanto as aulas presenciais, irá manter a mente ocupada e em desenvolvimento.

Por isso, trouxemos hoje algumas dicas que podem ajudar você a encontrar a melhor forma de estudar com os seus filhos sem sair de casa. Confira!

1 – Estabeleça uma rotina e fuja das distrações.

Nossa casa é um ambiente de descanso, conforto e despreocupação. Logo, como estamos todos em isolamento, as crianças tendem a pensar que toda hora é hora de jogar, brincar e ver TV.

É importante enfatizar que, apesar de estarmos todos dentro de nossas casas, ainda temos responsabilidades, deveres e tarefas a serem cumpridas. Uma boa forma de fazer as crianças entenderem isso é criando uma rotina de estudos.

Portanto, separar algumas horas do dia para desligar a TV e focar nos estudos é uma boa forma de ensinar responsabilidade e compromisso para os pequenos.

2 – Crie um espaço propício ao aprendizado.

Para que o estudo vire aprendizado é preciso fornecer à criança um ambiente confortável, silencioso e estimulante. Algumas pessoas têm espaços preparados para isso, como escritórios ou até mesmo bancadas dentro do quarto da criança, mas muitas pessoas improvisam esse ambiente na mesa de jantar, por exemplo.

Independentemente do espaço que você escolher, certifique-se de que ele é bem ventilado, iluminado e confortável para o seu filho. A cadeira deve ser da altura certa para não gerar incômodos e dores e o silêncio é indispensável.

Você pode apostar em estímulos sensoriais para potencializar o estudo, como uma música a frequências adequadas ou até mesmo cheiros. Fragrâncias como hortelã ou capim-limão são excelentes estímulos neurológicos e podem ajudar na hora do aprendizado.

3 – Evite estimular o aprendizado “decoreba”, mas incentive o entendimento da disciplina.

Muitas vezes as crianças se sentem desinteressadas por determinadas disciplinas pois o tema de estudo parece muito distante e abstrato em relação ao seu dia a dia.

Isso faz com que os pequenos apenas decorem dados e informações com o objetivo de passar na prova e logo esse conhecimento se perde. É importante que, no aprendizado, a criança apreenda o conhecimento, e não o decore.

Para estimular o entendimento da disciplina, é interessante demonstrar a elas como essas disciplinas, principalmente as julgadas “chatas”, estão presentes no dia a dia.

Em vez de lutar contra gráficos e fórmulas, que tal arrastar os pés no chão com bastante força, demonstrando que o atrito influencia na velocidade que os corpos se movem pelo espaço?

E para aquela criança que diz detestar e ser ruim em matemática, que tal mostrar a ela que em seu jogo favorito ela realiza centenas de cálculos simples para saber quanto dano dará aos seus oponentes ou quão antes da curva ela precisa frear para que o carro não bata?

Mostrar para os pequenos como as disciplinas estão presentes no nosso dia a dia é uma ótima forma não de apenas potencializar o aprendizado, mas de despertar o interesse pelo conhecimento.

4 – Seja uma pessoa estimulante e ame estudar com os seus filhos!

São raras as crianças que acordam animadas para uma rotina de estudos. Muitas delas querem se divertir e não se preocupar com o aprendizado. Elas querem fazer coisas “legais”, como brincar, jogar ou navegar pela internet.

Por isso é tão importante mostrar que estudar pode ser incrível e abrir portas para diversões ainda maiores do que ficar em casa jogando videogame.

Para passar essa ideia, VOCÊ também precisa estar animado(a) para esse momento. Se a hora do estudo for uma penalidade para você, será para a criança também.

Portanto, encare o estudo como horas de conexão e proximidade com os seus filhos. No futuro, isso pode render gostosas histórias e risadas, tudo depende do quão estimulante e animado(a) você estará para estudar com eles.

5 – Contenha a insegurança e encare a situação com leveza!

É totalmente normal que você tenha esquecido muitas das matérias específicas que aprendeu na escola. As fórmulas das aulas de física ou regras biológicas podem parecer impossíveis de ensinar, porém não demonstre insegurança!

Na hora do estudo, você é o grande apoio do seu filho e ele está depositando em você a função de ensiná-lo. Se você demonstrar insegurança ou indisposição, o comportamento dele será o mesmo.

Um dos maiores aprendizados da vida é entender que não precisamos saber tudo. Quando as crianças se veem pressionadas a um desempenho tão perfeito, a falha ou o esquecimento podem trazer frustrações.

Logo, o “não saber” abre portas para a curiosidade e o desejo de aprender. Você pode responder ao seu filho que não sabe algo sobre química, mas que, juntos, irão encontrar essa resposta.

Anotem em um caderninho todas as dúvidas para que seu filho as leve ao professor na volta às aulas. Pedir para que ele descubra essas informações e ensine para você depois é uma ótima forma de mostrar que vocês dois estão em um processo eterno de aprendizado, e isso é incrível!

Não existe uma fórmula para melhorar o desempenho das crianças ao estudar em casa, mas acreditamos que com muito amor, carinho e respeito a hora do estudo pode ser mais uma oportunidade de se conectar e ensinar aos pequenos o quanto é importante aprender.

* Fontes: IG, Pais que Educam, Blog Colégio Arnaldo, UpdateOrdie.

EDUCAÇÃO FINANCEIRA PARA CRIANÇAS!

Por Beautyslime

“Mamãe, por favor, me compra um celular novo? Papai, cadê o skate novo que você ia me comprar? Já comprou a minha boneca, Vovó?”

De uma forma ou de outra, variando o objeto de desejo, essas frases fazem parte do cotidiano de qualquer família contemporânea que tenha filhos. Em todas as formulações dessas frases aparece um verbo que está intimamente ligado às regras do mundo em que vivemos: comprar.

As redes sociais e os outros meios de comunicação estão cada vez mais preparadas para divulgar as novidades do mercado; e é muito bom poder consumir os produtos e bens que se quer.

Mas, como agir com os pequenos quando se pretende que antes de consumidores ávidos por novidades eles sejam pessoas felizes, realizadas e que estejam atentas a consumir só o que precisam?

Para além do consumo, os temas que envolvem as finanças e o mercado financeiro estão ocupando cada vez mais espaço na mídia e na atenção das crianças; seja no horário nobre da televisão ou nos principais sites de noticias das redes sociais. Fala-se a todo momento na assustadora variação do dólar, na verdadeira montanha russa que é a bolsa de valores, nos índices de inflação, Taxa Selic e outras mais.

Provavelmente, não são só as crianças que ao se depararem com essas notícias fazem questionamentos que podem ser resumidos em uma pergunta: “Como as oscilações da economia afetam a minha vida pessoal?”

Também costumam fazer parte dos questionamentos dos pequenos, perguntas conceituais como: “Por que o banco de chama banco?”, “Por que cada país tem uma moeda diferente?”, “Por que o dinheiro em papel se chama moeda?”, etc…

Uma das ferramentas mais eficientes para preparar as crianças para essas questões são os cursos de educação financeira. Eles têm feito bastante sucesso e são cada vez mais necessários.

As escolas terão que incluir o tema em seus conteúdos. Há excelentes cursos online ou presenciais que abordam o assunto, ajudam a conhecer melhor o universo financeiro e refletem sobre alternativas para mantermos uma relação saudável com o dinheiro e o consumo.

Esses cursos discutem como transformar sonhos em projetos; refletem sobre a diferença entre desejo e necessidade; ensinam que um orçamento bem planejado pode ajudar a realizar tanto as necessidades e os projetos como os sonhos e desejos.

Ainda se pode aprender a escolher o que se consome pela sua qualidade e não por apelos de marketing; a importância de se conhecer a origem dos produtos e de saber se os fabricantes respeitam as Leis; se os produtos não são produzidos utilizando mão de obra infantil, o sacrifício animal ou consumo predatório dos recursos naturais do Planeta.

Como aprender a poupar, controlar gastos e evitar a ‘assombração’ das dívidas, são assuntos de destaques nas aulas.

Mas você também pode criar o seu próprio curso de educação financeira para as crianças; focando mais objetivamente nas questões ao contexto e a realidade da sua família.

Comece, por exemplo, introduzindo o assunto presenteando os pequenos com o bom e velho cofrinho de moedas.

Que tal transformar as embalagens dos sabonetes líquidos da Beauty Slime em cofrinhos?

Elas têm um formato bem atraente para esse fim. E você e seus filhos podem criar um cofrinho para cada valor/tamanho de moeda e decorá-los com os adesivos que acompanham o Kit-Mix do Shampoo Beauty Slime.

Com esse gesto, além de ensinar as crianças a poupar, o que significa ajudá-las a se prepararem melhor para o futuro, você estará passando noções de sustentabilidade com o reaproveitamento das embalagens.

É só deixar a criatividade aflorar e transformar o aprendizado em uma brincadeira divertida!

Enquanto criam ou colocam as moedas nos cofrinhos, você poderá ir contando aos seus filhos histórias como que o nome ‘banco’ teve origem na Itália, na Renascença; e que isso se deu porque era assim que se chamavam as mesas onde as pessoas se sentavam para negociar.
Ou que a primeira transação financeira eletrônica aconteceu na Escócia, em 1983. Há muitas historias interessantes sobre a origem do dinheiro, da moeda e das interações financeiras.

Aqui vão dois links entre os muitos que você encontra na Internet e que abordam o tema de educação financeira para toda família com seriedade. Eles trazem ótimas opções de cursos e informações bem interessantes; que podem ser uteis tanto para ensinar para as crianças como para o seu próprio conhecimento.

O documento de cidadania financeira do Banco Central do Brasil:

https://www.bcb.gov.br/content/cidadaniafinanceira/documentos_cidadania/Cuidando_do_seu_dinheiro_Gestao_de_Financas_Pessoais/caderno_cidadania_financeira.pdf

E o portal online da Fundação Getulio Vargas:

https://www5.fgv.br/fgvonline/

Divirtam-se!