Categoria: Hora da brincadeira

QUAL É O MELHOR PRESENTE DE NATAL?

Por Beautyslime

Você já deve ter visto nas redes sociais um emocionante post no qual o garoto Elliott, agora já crescido e com sua família, recebe a visita do “E.T.” 37 anos depois da primeira vez em que eles se encontraram.
Se não viu, certamente não demorará para que veja. Trata-se de uma das publicações mais visualizadas do momento.
Para quem não sabe, no genial filme de Steven Spielberg de 1982, “E.T. O Extraterrestre”, a história apresenta, a partir da visita de um alienígena, a importância do amor, da amizade e do ato de compartilhar.
Nesse novo vídeo, e não vai aqui nenhum spoiler, é o próprio ator Henry Thomas, que interpretou o garoto Elliott no cinema, quem interage com o simpático E.T.
O vídeo segue cheio de magia e afetividade, nele os filhos do “Elliott adulto” revivem algumas das cenas antológicas do filme e há uma grande surpresa! Essa é melhor não revelar; aí sim, seria um spoiler.
Essa reconexão com a história – em que, por meio dos afetos, um garoto se conecta a um ser que se perde em um no estranho Planeta universo e não sabe como voltar para seu habitat planeta de origem, precisando “telefonar” para sua casa – nos chega em um momento muito oportuno.
Isso acontece às vésperas do Natal, quando praticamente todo o Planeta, a mesma Terra que o E.T. achou tão estranha, “para” na intenção de celebrar a paz, o entendimento e a fraternidade.
Observe que, na vida real, no Natal, a celebração da paz, do entendimento e da fraternidade dá certo!
As pessoas conseguem esquecer, nem que seja só durante o amigo-secreto e a ceia, suas diferenças, seus problemas… E conseguem, ainda que com algum esforço, abraçar seus desafetos e desejar “boas-festas”!
Mesmo estando aparentemente em primeiro plano, os presentes (baratos ou caros, isso não importa) e a ceia noturna (nem sempre uma boa pedida para quem quer cuidar da saúde, diga-se de passagem) criam essa conexão com algo para além do consumo pelo consumo, com o que se pode chamar de espírito de Natal, mostrando que é possível, sim, as pessoas superarem o desentendimento.
É só todo mundo estar disposto a ceder um pouco, tolerar, ouvir o outro e não querer impor apenas o seu ponto de vista.
Talvez você esteja se perguntando: afinal, o que essa introdução tem a ver com o título do post, “Qual é o melhor presente de Natal?”?
Não se trata de uma introdução e, sim, de uma reflexão sobre como aproveitar esse momento tão profundo e universal para tentar deixar a vida no Natal um encontro de afetos e possibilidades construtivas de interação, e não uma competição para ver quem é capaz de superar o outro, de consumir ou de ostentar mais.
Agora, vamos pensar um pouco sobre o presente!
Pode ser que tudo o que seu filho queira seja “o primeiro celular”. É muito importante que você reflita bem se já é o momento para deixá-lo ter acesso “sozinho” a essa tecnologia ou se é o caso de mantê-lo ainda durante um tempo brincando com o seu aparelho.
Não faltam excelentes posts de educadores e psicólogos especializados no universo infantil falando sobre esse assunto: a partir de quando e de que forma as crianças devem interagir com a tecnologia.
Se você achar que ainda não é o momento oportuno para dar um celular, tente não transformar essa reflexão em uma proibição ou uma bronca. Certamente você encontrará outros brinquedos que combinem com o comportamento de seu filho e que poderão agradá-lo.
Agora, se a sua criança for um pouco mais crescida e já estiver conectada, pode ser que o presente que ela esteja esperando seja, por exemplo, um celular com mais recursos.
Porém, pode ser que o melhor presente que você possa dar a ela, antes do presente material, seja uma conversa afetiva e refletir se é isso mesmo o que ela quer – se ela realmente acha que o tal aparelho a fará mais feliz e realizada ou se está apenas o querendo porque viu alguém querer.
E tem outro detalhe: dependendo do quanto essa despesa vá significar para você um aumento de gastos que não caiba no seu bolso, quem sabe seja o caso de mostrar para o seu filho que não é o momento para ter esse gasto, que existem outros presentes legais.
Caso não seja esse o caso e gastar um pouco mais com um celular não vá alterar seu orçamento, ainda assim, tente refletir com os pequenos se está na hora desse upgrade.
Se juntos concluírem que sim, que tal pegar o celular antigo e dar de presente para alguém que esteja precisando?
Aliás, não só em relação ao celular, mas talvez seja esse um bom momento para, junto com os pequenos, dar uma geral no armário de brinquedos e nas gavetas de roupas e fazer kits com o que não se usa mais para presentear pessoas para quem esses brinquedos e roupas farão uma enorme diferença.
Veja quantas possibilidades se abrem com a chegada no Natal, para além do consumo!
Respondendo à pergunta do título do post: o melhor presente de Natal será aquele que gera e espalha mais alegria e felicidade.
Feliz Natal!

A IMPORTÂNCIA DE SER CRIANÇA!

Por Beautyslime

O mundo está mais rápido? Está. As pessoas têm menos tempo para se dedicar a todas as atividades que gostariam? Sim. As formas de receber e divulgar conhecimento estão passando por uma transformação que nem se sabe ao certo ainda como será e quais efeitos trará? A resposta para essa pergunta também é sim.

Assim como também é verdadeira a informação que grande parte das profissões que existiam deixarão de existir em alguns anos; aliás isso já vem acontecendo. E muitas novas profissões serão criadas a partir da reconfiguração do admirável mundo novo, plugado e digitalizado que está ocupando todas as áreas do conhecimento e a forma das pessoas se relacionarem com o trabalho, o entretenimento e as relações humanas.

Dentro desse contexto, gostaríamos de chamar a atenção para uma questão: como fica ‘ser criança’ no meio de tanta velocidade, conexão e imaterialidade? Como preservar de uma forma orgânica e afetiva essa fase preciosa da vida?

Se formos estudar a história da infância, veremos que ela existe como espaço fundamental para a desenvolvimento saudável da vida dos seres humanos a menos de setecentos anos.

Até o século XV, a criança era vista como um pequeno adulto; que se vestia igual e deveria também se comportar da mesma forma que seus pais, tendo inclusive que ajudar nas tarefas cotidianas.

As mulheres se casavam muito cedo e geralmente com homens bem mais velhos. A expectativa de vida era bem menor. Uma pessoa que chegasse aos cinquenta anos, já era considerada idosa.

Havia pouco espaço para brincadeiras e interações lúdicas com outras crianças. Brincar não era um tema. O mundo era muito mais rígido e perigoso. Nem sempre a felicidade era um alvo.

Com o passar dos séculos, esse ‘lugar de existir’ antes da vida adulta, foi se configurando, sendo estudado e entendido em suas variáveis psicológicas, pedagógicas, motoras e afetivas.

Essa evolução acabou mostrando o quanto é importante deixar que as crianças usem todo o tempo possível para experimentar de forma lúdica o potencial de sua existência; de como é importante ser curioso, investigativo e como é importante brincar!

Infelizmente, nas última décadas, temos observado uma certa inversão nessa ideia. Parece que o ‘ser criança’, da forma como essa atividade se moldou, está se perdendo novamente.

Para além da brincadeiras tecnológicas estarem ocupando grande parte do imaginário, está havendo uma pressa em crescer. Afinal, tudo é tão rápido!

Quanto mais espaço houver para ser criança, maiores serão as chances da pessoa se tornar um adulto saudável e feliz.

È claro que um pouco de limites, ordem e rigor fazem também parte desse jogo, mas dar aos seus filhos o direito de serem crianças, é um dos melhores patrimônios que você poderá deixar para eles.

Não tenha pressa de ver seu filho se transformar em um adulto. O direito de ser criança é o melhor passaporte para a felicidade!

A EXPERIÊNCIA BEAUTY SLIME!

Por Beautyslime

Temos uma ótima notícia! A Beauty Slime é a mais nova aliada dos pais para cuidar da higiene dos seus filhos, de forma responsável e lúdica.
Se você está lendo esse texto, já deve ter experimentado ou ao menos ouvido falar sobre a Beauty Slime, mas talvez tenha algumas coisas que você ainda não saiba.
Trata-se de uma linha de beleza e higiene corporal colorida e com texturas diferenciadas, criada pela You Make, que está causando uma verdadeira revolução no mercado brasileiro de cosmética infantil.
Desde shampoos e condicionadores a cremes para pentear, os produtos são desenvolvidos com toda atenção e carinho, tornando a relação das crianças com os cuidados pessoais uma experiência inesquecível e transformadora.
Beauty Slime vem em cores e texturas que podem ser usadas na criação dos slimes, a febre mundial que está mudando todos os paradigmas de diversão das crianças da era digital, conectando-as de volta às brincadeiras orgânicas e artesanais.
Todos os produtos foram desenvolvidos sob os mais exigentes padrões de qualidade, responsabilidade social e sustentabilidade.
São dermatologicamente testados, hipoalergênicos, veganos, sem adição de parabenos, feitos com extratos naturais de camomila e amêndoas e alinhados aos parâmetros do conceito cruelty free (sem utilização ou sacrifício animal).
Portanto, temos um produto que entende os pais, que se atenta a uma composição nada prejudicial ao corpo dos pequenos e que torna o banho um momento mágico, lúdico e sensorial.
Seja pelas cores neon ou pelos brilhos e texturas incríveis, os detalhes dos produtos Beauty Slime estão encantando meninas e meninos de todo o Brasil.
Não é para menos! Que menina não se encantaria com um gel corporal que deixa uma camada surpresa de glitter ou uma textura de corações sobre a pele? Ou que menino não acharia incrível um gel fixador em cores vibrantes, como o verde neon da Beauty Slime?
Mas tem um produto que está dando o que falar nas redes sociais e nos grupos de WhatsApp, tanto entre as crianças como entre os pais que já se ligaram na Beauty Slime: o Kit-Mix.
O Kit-Mix é uma experiência à parte. Nele, vem um shampoo branco, três frascos vazios e três potes com corantes para que as crianças possam criar a cor do shampoo que querem usar. A garotada também ganha uma cartela com 150 adesivos para decorar os frascos e deixar tudo com a cara delas.
Fala sério: quem não adoraria um produto como esse?
Além de melhorar muito a experiência das crianças na hora do banho, ao usar os produtos Beauty Slime, elas estarão, de uma maneira espontânea e encantadora, estimulando a criatividade e se deparando com questões como aprender a fazer escolhas e ultrapassar desafios.
Acabaram-se as birras e as cenas dramáticas na hora do banho e de se arrumar. Os cuidados com a higiene do corpo e dos cabelos estão virando diversão e, para a Beauty Slime, cuidado e diversão são coisas muito sérias e totalmente complementares.

A importância de contar histórias para uma criança.

Por Beautyslime

“Mamãe, por favor, me conta a história da Chapeuzinho Vermelho?”, “Conta de novo, mãe?” “Mais uma vez, por favor…”
Quantas vezes você já ouviu essas frases, só mudando o nome da história; e ainda assim, depois de já ter repetido exaustivamente a saga da garota atrevida de capinha vermelha? Ou as aventuras do Pequeno Polegar? Ou ainda as desventuras de Branca de Neve e da Cinderela?
Muitas pessoas ficam intrigadas com o que move o imaginário das crianças e que as faz querer ouvir tantas e tantas vezes a mesma história, ainda que já saibam o que irá acontecer a cada virada da trama e ficando indignadas se quem conta o conto muda algum ponto da narrativa.
Quanto mais se estuda a psicologia infantil, mais dados surgem sobre essa questão. É muito interessante acompanhar pelas redes sociais a evolução sobre esse tema e refletir em relação à diversidade de pontos de vista.
Gostaríamos de destacar aqui um livro clássico que traz esse assunto de forma interessante e esclarecedora, falando sobre o que move a estrutura narrativa dos contos de fada sobre o ponto de vista psicológico.
Trata-se de “A Psicanálise dos Contos de Fadas”. Nele, o psicólogo norte-americano Bruno Bettelheim explora com riqueza de detalhes, entre outras coisas, o que leva as crianças a se encantarem com determinada história e quererem ouvi-la várias vezes.
A escolha dos temas quase sempre estará associada a questões fundamentais que afetam o desenvolvimento da criança. Eles vão da superação de medos às dificuldades para colaborar e interagir com os amigos, passando por outros assuntos como a perda de entes queridos.
A maravilhosa mitologia dos contos de fadas, que sempre esteve presente nas culturas orais de maneira informal, foi brilhantemente capturada e recontada por criadores geniais.
Quem não se lembra de ter ouvido os contos de fadas que criadores como os Irmãos Grimm e Charles Perrault imortalizaram em suas narrativas há décadas e que continuam fazendo o maior sentido quando se quer tratar de forma lúdica alguns temas? Isso, sem contar que elas servem de base para o mercado audiovisual criar seus personagens e narrativas cada vez mais encantadoras.
Sendo assim, qual será a história ideal para ler para os pequenos?
Você é a melhor pessoa para responder a essa pergunta. Claro, você, melhor do que ninguém, acompanha o desenvolvimento emocional de seus filhos e também tem acesso aos episódios familiares ou sociais dos quais eles fazem parte.
Procure também escolher histórias que tragam temas que você gostaria ou precisará apresentar para as crianças, mas que não tem ainda muito clara a ideia de como fazer essa abordagem com o cuidado que o assunto merece ou precisa. Talvez, essa interlocução fique mais fácil.
E qual é a melhor forma de contá-la?
Para além dos seus talentos narrativos, o que vale é a emoção. Quanto mais carinho e atenção você dedicar para esse momento, maiores serão os laços afetivos, de cumplicidade e de segurança que você estará estabelecendo com as crianças.
Nada de conferir mensagem, acrescentar um novo item à lista do supermercado ou interromper a leitura para fazer um novo post nas redes sociais. E tente esquecer por esses minutos os problemas. A não ser que seja uma emergência, o mundo não vai parar de girar se você não responder imediatamente à mensagem que chegou.
Desconecte-se e divirta-se! Certamente, depois de ouvir com suas filhas e filhos a história que você mesmo está narrando, se sentirá também renovada!
Boas leituras!

BRINCADEIRAS SEM FIOS

Por Beautyslime

Você já parou para pensar que brincar é uma das atividades mais legais, sérias e completas inventadas pelo ser humano?

Tanto que faz parte da Declaração Universal dos Direitos das Crianças, criada em meados do século passado pela Unicef, que o lazer infantil é um direito adquirido.


Desde que o mundo passou a estudar o comportamento dos pequenos, em qualquer linha de pensamento que se busque como fonte, encontra-se a comprovação de que as atividades lúdicas são a base para uma infância feliz e para um desenvolvimento saudável.

Para muitos povos as brincadeiras são usadas para transmitir legados culturais, aprender a se cuidar, a cuidar do outro e a estar atento à preciosa integração com a natureza.


Quase todos os rituais de passagem entre as tribos indígenas brasileiras envolvem momentos de cantos, danças e outras formas de brincar e celebrar as coisas boas da vida.


Uma das brincadeiras preferidas dos curumins é pular de um barranco dentro de um rio. E quanto se aprende com esse gesto que parece banal!

Além de exercitar os músculos com o salto e a natação, faz parte da brincadeira aprender a se cuidar, enfrentar desafios, organizar a estratégia mais segura para evitar que o pulo vire um tombo e compartilhar de forma colaborativa essa atividade com as outras crianças da aldeia.


A experiência eletrônica concentrou quase todas as experiências lúdicas em ações conectadas a uma tela, que precisa ter uma bateria recarregável e onde o que se usa do corpo – além do cérebro, claro – são os dedos das mãos, o movimento dos olhos e que pode causar algo que já se chama de “nova curvatura da espinha dorsal” na altura do pescoço.


Mas, que tal pensar “fora da telinha” por alguns momentos e propor para seus filhos brincadeiras em que a eletricidade que faz falta é só a alegria de brincar? Ou jogos em que o aplicativo seja o corpo em movimento?


Poderá haver alguma resistência no começo. Mas se isso não for uma imposição e sim uma negociação para um “experimento superlegal” – e brincar de forma orgânica é um experimento superlegal! –, quem sabe as crianças tomem gosto e resolvam alternar o videogame com girar um peão; ou trocar um post a mais por pular amarelinha?

Provavelmente, a maioria das crianças nem sabe mais o que é girar um peão, pular amarelinha… Aprender a fazer “comidinha” … Participar de uma cantiga de roda… Brincar de esconde-esconde… Construir casas, cidades e navios com peças de montar…

Um bom argumento para começar essa conversa é você falar sobre a experiência do Slime, a brincadeira que encantou o mundo!

Você pode dizer que, assim como aconteceu com o Slime, essas outras brincadeiras também não precisam de fios, telas, baterias e nem manual de instrução. Precisam da alegria de viver, da vontade de se divertir, da sensibilidade, da criatividade e da inteligência deles. E mais: que juntas, ou juntos, poderão reinventar as regras que combinem com vocês para deixar a brincadeira mais legal! Não existe regra fixa. Afinal, é tudo brincadeira!

Quem sabe você possa até usar uma das brincadeiras orgânicas mais antigas para comunicar isso aos seus filhos: o telefone sem fio.

Lembra como ele funciona? Você cochicha algo no ouvido de uma pessoa e ela lhe devolve a resposta no seu ouvido.

Experimente brincar de ensinar brincadeiras orgânicas! Isso pode aumentar, e muito, a cumplicidade entre você e as maiores preciosidades de sua vida!

Divirtam-se!