Categoria: COMPORTAMENTO

Educando pequenas e pequenos cidadãos felizes!

Por Beautyslime

Muitas são as camadas que envolvem a maravilhosa aventura de educar as crianças. Há também muita responsabilidade nesse ato.
Não existe fórmula nem manual. Cada criança é um ser absolutamente individual que reflete sobre a vida a partir de um ponto de vista particular, e ao mesmo tempo está chegando ao mundo aberto a recebê-lo.
Esse mundo à volta dos pequenos é cada vez mais tão maravilhoso quanto controverso e está mudando a uma velocidade que desafia até a progressão geométrica!
Como educar, contextualizar os valores familiares, preparar para as grandes questões com as quais as crianças irão se deparar ou já estão se deparando, e como construir uma educação que ao mesmo tempo prepare as crianças para a felicidade, mas que também imponha limites, que proteja, mas não sufoque, que ajude a enfrentar os medos, as perdas e as frustrações com algum entendimento que permita superar essas camadas?
Um “olhar cidadão”, ético, plural e sustentável para o mundo pode ser um bom caminho para começar.
Uma criança que seja educada levando-se em conta alguns dos aspectos estruturais da cidadania contemporânea, certamente, poderá se movimentar no mundo e encontrar seus caminhos com alguma tranquilidade.
Crianças e adolescentes que protagonizam o combate à desigualdade e que propagam os direitos humanos têm chamado cada vez mais a atenção do mundo. Exemplos disso são a paquistanesa Malala Yousafzai, que defende especialmente os direitos das mulheres e a educação, e a sueca Greta Ernman Thunberg, que leva aos quatro cantos do planeta as bandeiras ambientais mais urgentes.
Malala foi a pessoa mais jovem a receber o prêmio Nobel da Paz, e o protagonismo e os apelos de Greta Thunberg, no Fórum Mundial de Economia, em Davos, na Suíça, ajudaram a garota a chamar atenção para as causas ambientais que estiveram estampadas junto com ela nas capas de algumas das principais revistas do mundo.
Esses são apenas alguns dos exemplos. E, é claro, quando se pensa na educação dos filhos levando em conta aspectos da cidadania contemporânea, não estamos sugerindo que todas as crianças devam ser preparadas para serem líderes mundiais na difusão dos direitos humanos.
Mas, se com as nossas escolhas ao educá-las considerarmos alguns desses valores, certamente estaremos colaborando para um mundo mais ético, plural, sustentável e composto de pessoas mais felizes.
Um dos primeiros pontos a se levar em consideração é mostrar para as crianças que ao mesmo tempo em que elas poderão usufruir de uma série de DIREITOS, elas também terão DEVERES.
Esse conceito de DIREITOS e DEVERES é um dos fundamentais e mais importantes quando se pensa de forma cidadã. Pode-se começar falando sobre isso com os pequenos, explicando que o direito de alguém termina quando começa o direito do outro, seja lá qual for o tema sobre o qual se está refletindo.
Aqui vão reflexões sobre alguns outros aspectos que podemos explorar com as crianças, quando se pensa em uma educação cidadã:
NÃO EXCLUIR: respeitar o outro e as diferenças dele em relação a nós é sempre um grande desafio. Ainda mais se o outro pensar, agir ou tiver opiniões muito diferentes das nossas. Respeitar e conviver com as diferenças, às vezes, dá trabalho, mas é também um grande aprendizado e pode gerar ótimas conexões.
NÃO FAZER BULLYING: um dos temas mais frequentes nas escolas é a manifestação da violência por meio do ato de descriminar, assustar, ridicularizar e praticar crueldades contra quem se entende como mais frágil, sensível ou introspectivo. Uma das formas de evitar que as crianças pratiquem o bullying é tentar fazê-las entender que essa prática mostra o quanto elas estarão sendo grosseiras e revela que elas mesmas podem estar se sentindo tão inferiores em relação ao outro que precisam “vilanizá-lo”.
BRINCADEIRA É BRINCADEIRA: de tempos em tempos, entram na moda “brincadeiras” que machucam ou expõem os que ainda não a conhecem. Quando se convive com esse tipo de prática, é muito importante explicar que as brincadeiras não devem prejudicar e nem machucar ao outro ou a si mesmo, que brincar deve ser uma atividade em que todos se divertem de maneira consensual.
RESPEITO É ÓTIMO E TODO MUNDO GOSTA: respeitar os mais velhos, os mais novos, os da mesma idade, os de classe social diferente, os que têm religião, cor, orientação sexual, formação familiar distintas da nossa… enfim, aqui vale mais uma vez a máxima “não existe jeito certo de ser, apenas jeito próprio”. Se ainda assim, a criança não concordar com essa diferença, ela deve respeitá-la e não manifestar esse desagrado. Ela tem o direito de não concordar e a outra pessoa tem o direito de ser como é ou pode ser.
CONSUMO RESPONSÁVEL E SUSTENTÁVEL: para além do respeito às florestas, à água, aos outros recursos naturais, à reciclagem do lixo… que são superimportantes, um dos temas mais relevantes do contemporâneo é o “consumo sustentável”. Um conceito bastante simples pode ajudar a divulgar essa questão: só consumir o que, de fato, se precise, observando a procedência e a forma como aquele produto foi criado. Apurar se não houve exploração de mão de obra infantil ou se o produto é “cruelty free” (se não foram usados animais em sua manufatura) são dois pontos muito importantes para serem observados.
CONEXÃO ELETRÔNICA RESPONSÁVEL: não ficar refém dos jogos eletrônicos e conexões com as redes sociais, usar esses recursos para se divertir, aprender, se comunicar e se proteger. Sob o ponto de vista de proteção, é muito importante explicar para as crianças que elas tenham muito cuidado com dados, fotos, textos, áudios e outras formas de interação que praticam em seus celulares. É importante refletir com elas que tudo o que é publicado passa a fazer parte de um grande banco de dados, que a maioria desses dados ficará exposta de forma que não conseguimos controlar plenamente e pode ser usada por pessoas mal-intencionadas.
Esses são alguns dos principais temas que fazem parte do mundo contemporâneo e que as crianças vão encontrar.
Tomara que todos consigamos construir com as futuras gerações um mundo mais ético, plural, sustentável, harmonioso e feliz!

Como lidar com a timidez excessiva dos pequenos?

Por Beautyslime

Uma criança quieta pode ser considerada tímida? Quando a introspecção é realmente um problema?

A timidez é um tema bastante relevante do mundo contemporâneo. Ela ocupa cada vez mais espaço nas rodas de conversa entre pais e educadores e também nas redes sociais que refletem com seriedade sobre educação e comportamento infantil; no sentido de pensar na qualidade de vida, alegria e no bem-estar dar futuras gerações.

Não poderia ser diferente. Afinal, vivemos em um mundo complexo, veloz, cada vez mais conectado; cercado de aplicativos, games, gadgets e ligações eletrônicas que estimulam a individualidade e colaboram sobremaneira para a introspecção.

Porém, ao mesmo tempo, esse mundo exige das pessoas um comportamento expansivo, desbravador, competitivo e que elas marquem sua presença com ‘likes’, ‘hates’ e outras formas de mostrar que fazem parte de uma determinada tribo, classe social ou ideologia.

Vale a pena observar que a introspecção sem si, ou mesmo a introversão, não são necessariamente problemas.

Podem ser apenas características da personalidade e que, além de não prejudicar o desenvolvimento e a felicidade das crianças, ajudam a protegê-las de alguns perigos que poderiam vir a partir do excesso de exposição ou extroversão exagerada.

O que vai transformar esse comportamento mais discreto em um problema é o grau em que ele se manifesta e se isso está atrapalhando a interação e o desenvolvimento dos pequenos.

Como detectar quando a timidez pode ser um problema?

A primeira coisa a fazer é tentar entender se o que está sendo avaliado como ‘um problema’ não se trata de traços da personalidade de uma criança mais calma ou mais quieta.

Sim, existem crianças quietas e calmas!

Uma criança excessivamente tímida dará respostas telegráficas para não se expor, procurará falar baixo demais para não ser ouvida; raramente encarará um olhar de frente, terá dificuldade de se expressar em público, não conseguirá interagir nem com os pares da mesma idade com desenvoltura.

Claro que esses e outros aspectos comportamentais aparecem em menor ou maior grau, de acordo com cada individuo. Ou seja, não há regras rígidas que confirme se tratar de uma criança tímida.

O que se percebe é que se comportar como ela está se comportando, não está fazendo bem para a criança, que ela está deixando de fazer coisas que poderiam ser “muito legais”; como brincar mais com os amiguinhos, participar de atividades culturais da escola, enfim, aproveitar mais as boas experiências da vida.

Existem várias formas de ajudar os pequenos a tentar ultrapassar essas barreiras, se for o caso.

A primeira que destacaremos é buscar não supervalorizar a questão mostrando-a como algo sério demais. Isso, certamente, contribuirá para que a criança fique traumatizada com o que para ela já está sendo um problema.

Comparar o comportamento excessivamente introvertido com outra criança ou adulto que seja extrovertido, em nada ajudará a criança a enfrentar a timidez.

Forçar a criança a agir de uma forma que ela não está em condições ou não tem vontade, ironizar ou ocupar o lugar de fala dela quando essa timidez excessiva se manifestar publicamente, mesmo fazendo isso na tentativa de ajudar, também não levará a nenhum sucesso.

Uma conversa franca e afetiva, onde você mostre que está percebendo que e criança atravessa uma dificuldade, mas que está disposta a ajudá-la a fazer essa travessia pode ser um bom começo.

Saber que pode contar com você, que ela não será cobrada para além do que dá conta no momento e que a vida dela poderá ser muito melhor se essa questão for enfrentada, pode ter um efeito bastante positivo nessa situação.

Se depois dessas tentativas, os resultados não forem os esperados, o melhor a fazer é procurar a ajuda de profissionais especializados em comportamento infantil.

Você é a melhor pessoa para avaliar o momento certo de recorrer a esse tipo de suporte!

Boa sorte!

Mitologia Brasileira para as Crianças!

Por Beautyslime

Todos sabemos que as crianças adoram histórias. Especialmente aquelas tramas que falam para os pequenos sobre personagens heroicos mitológicos; com seres destemidos, enfrentando obstáculos em mundos desconhecidos.

As livrarias, filmes e até mesmo os aplicativos estão repletos de textos que encantam a criançada com heroínas, super-heróis e, é claro, vilões, para complicar ao máximo a vida da turma do bem, mas que os ajuda a confirmar que são realmente imbatíveis.

Já pensou em ler, brincar ou ensinar sobre a mitologia brasileira para os seus filhos?

“Mitologia Brasileira?”

Sim, o Brasil tem uma mitologia muito rica, diversa, cheia de significados e que, de alguma forma, ajuda a decifrar o jeito de ser e de pensar dos brasileiros. Tão rica e potente quanto a Mitologia Grega, diga-se de passagem.

Nossa mitologia é mais conhecida como folclore; o panteão de nossas heroínas e heróis populares. Faz parte dela mitos como Iara, Saci, Curupira, o Boto; para citar apenas os mais famosos.

Assim como acontece com Apolo, Hercules, Afrodite e os outros deuses e semi-deuses gregos, as histórias da nossa mitologia estão extremamente ligadas a origem e desdobramentos da cultura brasileira.

A diferença é que as historias gregas foram muito mais difundidas e ‘levadas a sério’ como narrativas fundamentais.

A mitologia sempre foi uma das formas mais profundas e legais de se ter acesso ao que se pode chamar entendimento do humano e suas cotradições.

A nossa mitologia sempre esteve relacionada às celebrações e aos festejos da cultura popular e a detalhes desses eventos; como as comidas e danças e canções especificas para cada festa.

Um bom exemplo disso são as festas juninas, que estão repletas dos signos comuns à cultura regional interiorana. Como elas acontecem no inverno, um dos símbolos mais fortes que vemos em todas as festas juninas é a fogueira, para ajudar a aquecer os participantes. Os quitutes mais saborosos e famosos são a pipoca, o cural e a pamonha; porque é nessa época que se colhe o milho. A dança da quadrilha realiza um ‘casamento na roça’ nos moldes tradicionais.

Se procurarmos bem, encontraremos em todas as manifestações detalhes que explicarão a cultura de cada região.

Mas voltemos a falar sobre os mitos brasileiros! Por ser o Brasil um país tropical, com água e florestas exuberantes, as lendas originais de todos eles se passam nas matas e próximas a cursos d’água.

A Iara, a sereia brasileira, com pele escura e seus longos cabelos negros, canta sentada sobe uma pedra na beira dos rios e riachos, encantando os pescadores que, tomados de amor e fascínio, perdem o juízo e mergulham para sempre nas águas.

O Boto, por sua vez, sai das águas barrentas dos grandes rios do Brasil, se transforma em um belo e charmoso homem e vai dançar nos forrós; encantando as moças, a quem promete amor verdadeiro e atrai para o mundo submerso onde ele habita.

O Curupira, com seu cabelos espetados, olhos de fogo, e os pés virados para trás, é um dos mais populares dos nossos mitos e um dos principais símbolos ecológicos de nossa cultura.

Defensor do verde e dos animais, o principal atributo desse ‘menino levado’, e percorrer as matas e florestas antes da chuva, batendo nas árvores, para conferir se elas vão aguentar a próxima tempestade. Os pés voltados para trás, dizem, é para confundir os caçadores que o querem ter pelas costas.

O outro ‘menino levado’ da nossa cultura é o encantador Saci Pererê; o ‘nosso duende’. Ele  adora fazer travessuras, esconder objetos e trançar as crinas dos cavalos. O danadinho escapa das broncas fugindo nos redemoinhos, pitando seu cachimbo.

Pode-se dizer que o Saci é o mais brasileiro entre os mitos brasileiros. Observe que nele se encontram três elementos dos povos que formam o Brasil como o conhecemos. O Saci pita no cachimbo, como faziam os índios; usa o barrete frijo, o gorro vermelho que chegou ao Brasil com os colonizadores portugueses; e tem a pele negra, como os africanos que vieram escravizados.

Todos os mitos trazem em seus comportamentos detalhes do modo de ser dos brasileiros!

Esses são apenas alguns desses detalhes que você e seus filhos encontrarão ao se debruçarem sobre a grandiosa Mitologia Brasileira e as histórias que deram origem as festas populares celebradas pelos quatro cantos do Brasil!

Boas viagens!

Barulho legal: aprender música!

Por Beautyslime

Já pensou em colocar as crianças para aprender música?
Tocar um instrumento musical, além de ser um excelente desafio, é uma das atividades lúdicas que podem trazer muitos benefícios para o desenvolvimento psicomotor e afetivo dos pequenos.
Desde muito novas, as crianças se encantam com a possibilidade de tirar som dos teclados, instrumentos de corda, de sopro e percussivos; sejam eles físicos ou virtuais.
Na verdade, muitas vezes elas nem esperam contato com esses instrumentos e tentam “fazer barulho” com tudo o que veem pela frente!
Para além da alegria, diversão e a possibilidade de extravasar a energia que, diga-se de passagem, não é pouca, ter contato com o aprendizado musical mexe com muitas camadas do desenvolvimento das crianças.
Desde a Grécia Antiga, o filósofo Platão já dizia que a música, para além das questões artísticas e estéticas, é um poderoso instrumento para o equilíbrio emocional dos seres humanos.
De lá para cá, os estudos psicológicos e da neurociência só fizeram endossar e ampliar a ideia de que a vida de quem estuda, pratica, cria ou mesmo ouve música pode ser muito mais agradável.
A começar pelo despertar da criatividade e da imaginação!
Aprender a decifrar um instrumento, seja ele um violão, uma flauta, um teclado ou mesmo uma bateria, não importa… Entender como ele funciona, o porquê do som ser produzido de uma determinada forma, desvendar essa misteriosa relação, amplia, sobremaneira, a criatividade e a imaginação de quem está vivendo esse momento.
Depois de uma experiência como essa, a criança certamente terá elementos para encarar as outras questões de seu mundo com muito mais criatividade e sensibilidade.
A concentração, a intuição e a autoestima de quem estuda música costumam ser maiores. Além disso, tocar um instrumento pode colaborar para fortalecer e tonificar a musculatura.
Qual é o melhor momento para aprender?
A parte prática do aprendizado, quanto mais cedo, melhor. Geralmente, as crianças costumam a aprender e ter contato com a leitura de partituras desde os cinco anos de idade.
Você pode estar se perguntando: “… E qual é o instrumento ideal para a minha filha começar a aprender?” ou “qual é o melhor instrumento para o meu filho?”.
A melhor forma de responder a essas perguntas é deixar que eles mesmos façam a escolha de qual instrumento querem tocar. Certamente, os pequenos irão optar por aquele que der mais prazer a eles, e isso facilitará muito o aprendizado.
Nas lojas físicas e virtuais de instrumentos e brinquedos você encontrará, por exemplo, opções de teclados infantis, baterias, violões com cordas de nylon e flautas doces adequados ao tamanho dos seus filhos.
Existem teclados, violões, guitarras e baterias para todas as idades!
Na internet, além das lojas virtuais para a compra de instrumentos, também são encontrados ótimos cursos e aplicativos para todas as idades; para o aprendizado on-line por meio de instrumentos virtuais.
O contato virtual com a música é uma opção muito difundida e hoje excelentes criadores e produtores musicais fazem grandes obras com seus teclados e programas.
Entretanto, quando se trata da relação das crianças com a música, nada se compara ao contato físico com um instrumento e as formas orgânicas de conhecê-lo e aprender a se relacionar com ele.
Quem sabe esteja em sua casa um dos futuros grandes talentos musicais!
Mas isso não é o mais importante. Com o gesto de levar as crianças para aprender música, você estará, no mínimo, contribuindo para que elas sejam mais felizes.
Isso sim vale muito a pena!
Divirtam-se!

ANIMAIS DE ESTIMAÇÃO – PEIXES ORNAMENTAIS

Por Beautyslime

“Mamãe, peixes bebem água?”, “Fazem xixi?”, “Dormem?”, “Eu quero um peixinho, mamãe!”
Poucas são as mães que ainda não tiveram que responder essas perguntas ou o pedido dos filhos ao se depararem com um aquário cheio de encantadores peixes ornamentais.
Os aquários estão por toda parte e a “vida secreta” dos peixes suscita muita curiosidade e fascínio.
Dedicamos os dois textos anteriores do nosso blog para falar sobre as alegrias e a importância de se ter um cachorro ou um gato de estimação e o quanto essa aventura pode ser afetiva, transformadora e também pedagógica para as crianças, mas não só para elas.
Os laços que aprendemos a estabelecer com os pets nos ensinam muito sobre nós mesmos e sobre como podemos agir e enfrentar várias situações do cotidiano durante todas as fases da vida.
Como você poderá conferir nesses textos, ninguém é mais o mesmo depois de ter contato com as lambidas, os rosnados e miados que enchem a casa de afeto e alegria.
Gatos – http://bit.ly/38Fxo6S
Cachorros – http://bit.ly/38Fxo6S
Mas se você decidir que um cachorro ou um gato não é o melhor para o momento e seus filhos insistem em ter um pet, temos uma ótima notícia!
Encerraremos a nossa série sobre a importância de se ter um animal de estimação falando sobre aqueles que também são muito populares e formam uma grande comunidade entre os pets: os peixes ornamentais.
Algumas fontes apontam os carismáticos peixinhos de aquário como os mais queridos animais de estimação do mundo.
Claro que esse conceito de “mais querido” é sempre relativo. Os cães, os gatos, também os coelhos e até os hamsters fazem muito sucesso com as crianças pelos quatro cantos do planeta, mas os peixes ornamentais são considerados os animais de estimação mais populares.
Talvez pela praticidade nos cuidados diários e por não requererem tanta atenção quanto gatos e cães? Ou será pela beleza exuberante das cores e das formas de algumas espécies? Ou ainda pela conexão com um elemento tão relaxante como a água?
Seja qual for a razão, a verdade é que não há quem resista a dar uma paradinha em frente a um aquário para observar e admirar os peixinhos que ali vivem.
Assim como acontece com os outros pets, todas as fases da aventura de criar peixes reservam possibilidades de aprendizado, além de muita diversão, é claro!
Ter um aquário em casa deixa o ambiente muito mais tranquilo. Zelar pela higiene da água e alimentar os peixes na hora e na quantidade corretas são um excelente exercício de disciplina.
A escolha do tamanho e a preparação do aquário são um capítulo à parte!
As dúvidas mais comuns são: qual a melhor decoração e a configuração ideal da água para o aquário? Esses detalhes dependerão de qual espécie de peixe vocês escolherão. Porém, manter a água limpa e em temperatura agradável é importante para todos os casos. A temperatura ideal varia de espécie para espécie. A média fica entre 21˚ C e 25˚ C.
Quanto à decoração, solte a imaginação e deixe que também seus filhos a soltem. As opções vão desde miniaturas de grutas e navios naufragados até as mais coloridas pedras ornamentais, passando por algas e outras plantas aquáticas que deixarão o ambiente ainda mais encantador.
Chegou a hora de escolher a espécie que combina mais com você e com seus filhos!
Basta dar uma pesquisada nas redes sociais para ter acesso a imagens e informações sobre as centenas de peixes diferentes que foram domesticados para viver em aquário ao longo dos anos. Mas nada se compara a uma visita a uma loja física especializada em peixes ornamentais.
Nessas lojas, além de encontrar a melhor opção para o seu contexto, você poderá conferir e aprender “ao vivo” com os pequenos que os peixes tanto bebem água como fazem xixi; que eles não dormem igual à maioria dos animais, mas entram em um profundo estado de relaxamento; que é importante cuidar da temperatura da água, inclusive porque eles sentem frio; e mais algumas peculiaridades próprias dos peixinhos que ajudam a mostrar que os hábitos diferentes devem ser respeitados!
Vocês também poderão conferir as espécies que mais fazem sucesso momento, como o peixe betta, o peixe-palhaço e o peixe tetra-néon.
Mergulhe nessa aventura relaxante com seus filhos!
Boa sorte!