BEAUTY SLIME NEWS

Kids e teens têm agora um espaço de conteúdo exclusivo e divertido. Confira dicas, notícias e informações sobre tudo o que acontece no mundo!

LEVANDO UMA VIDA RECICLÁVEL

Por Beautyslime

O texto de hoje é para quem acredita que reciclar é muito mais do que separar plástico, metal, vidro e produtos orgânicos!


Muito se fala sobre a importância de separar os dejetos de acordo com sua origem e levando em conta que determinados produtos podem ser, por exemplo, reaproveitados pela indústria.


Mas você já parou para pensar que é possível acrescentar pequenas ações no cotidiano que podem fazer total diferença, reduzir a produção de lixo e ainda ajudar um monte de gente que precisa mais do que você de roupas e objetos que já não lhe servem mais?


Uma das coisas mais simples a se fazer, quando se pensa em levar uma vida com detalhes mais sustentáveis, é na hora de ir ao supermercado ou a feira, ter a mão uma sacola retornável. Além das sacolas que são vendidas em alguns estabelecimentos, existem lojas que comercializam belíssimas sacolas de lona, listradas ou em cores forte, que lembram muito as sacolas das nossas ancestrais e que estão na moda novamente.


Outra questão, ainda nesse tema: se quando chegar em casa você irá higienizar ou tirar a casca dos legumes, verduras e frutas, há mesmo necessidade de levá-las para casa dentro daqueles saquinhos transparentes que vão levar dezenas de anos para se decomporem na natureza?


Sabia que o lixo orgânico produzido no Brasil é um dos mais ricos e que ao desprezarmos algumas casas, folhagens de verduras e tubérculos estamos jogando fora alimentos de ótima qualidade e que renderiam receitas muito saborosas? Duvida? Então, dê uma busca na Internet em receitas para se fazer com cascas de alimentos, que você terá uma surpresa!


No quesito vestuário, também há muito que pode ser feito para aproveitar ao máximo as peças de roupa antes de compras novas. Talvez, o fato de aplicar uma barra, ajustar, colorir ou customizar pequenos detalhes em calças, saias, jaquetas e vestidos seja o suficiente para nos sentirmos mais renovados do que dentro de uma peça de roupa novinha em folha.


Há também um gesto que está sendo chamado de ‘desapego sustentável’ e que é muito legal!


Tudo bem, você resolveu que não quer mesmo um vestido, seu marido já proclamou que não vai mais usar aquela jaqueta e as crianças protestam o tempo todo que aquela bermuda ‘nunca mais’! Ás vezes, dá uma dó de jogar fora essas peças de roupa, não é? Ainda mais se elas foram presente de alguém muito especial.


Mas pense bem se vale a pana deixar essas roupas empoeirando no armário. Será que elas seriam úteis e não fariam a alegria de muitas famílias que não têm como comprar nem peças de roupas usadas?


Tem um outro tema doméstico que também combina muito com o nosso foco de hoje e que não há quem não se depare com ele em algum momento: o acumulo de papeis!


Contas de consumo, faturas de cartões de crédito, boletos pagos, extratos bancários… sabia que todos esses documentos têm ‘prazo de validade’ e que há Leis que preveem o tempo que eles têm valor comprobatório? É desnecessário guardá-los para além de sua validade legal.


É verdade! Uma nova busca na internet ou a consulta a um advogado ou contador, a depender do documento em questão, irá ajudar você a ter menos caixas de papel empoeirando no armário do quartinho ou nas gavetas de sua casa.


Há outras questões que também fazem parte do ‘manual de sobrevivência sustentável’; elas vão desde o uso de transporte público até o cuidado com o desperdício de água mantendo em dia a manutenção das torneiras da casa que podem estar pingando porque deixamos de trocar o famoso ‘courinho’ que custa poucos centavos!


Nada disso é muito difícil e você não precisa começar tudo de uma vez. Se a ideia lhe interessou, comece pelo que for mais fácil ou agradável para o seu contexto.


Você vai ver como tudo ficará leve. E vale super à pena viver de forma mais leve!


Boa sorte!

HISTORIAS COLORIDAS

Por Beautyslime

Quem não se lembra das emoções despertadas pelas primeiras histórias que ouviu?

A cada página o mundo ficava mais amoroso, divertido, perigoso, misterioso… Tudo, é claro, embalado pelas pausas dramáticas que nossos pais, avós, tios e babás sabiam fazer tão bem.

Quem não se lembra da empolgação em pedir para repetir aquele conto maravilhoso da Pequena Sereia ou do Pequeno Polegar, ou para ouvirmos de novo as travessuras do Saci ou do Curupira, o defensor cabeludo das florestas brasileiras?

O universo literário tem histórias maravilhosas. Ler para as crianças antes delas dormirem, além do aprofundamento do link afetivo, as ajuda a entender momentos importantes do seu crescimento, compreender aspectos ainda confusos de seus afetos e também faz o pequeno ouvinte ter certeza que poderá mergulhar tranquilo em mais uma noite de sono. Afinal, a criança não está sozinha no mundo. Ela tem todo o apoio dos adultos, principalmente para repousar com tranquilidade e muito amor.

Esse blog trará sempre algumas sugestões de leituras para deixar esses momentos ainda mais inesquecíveis.

A nossa primeira seleção terá como ponto de união o tema das cores e o quanto elas são carregadas de significados.

Aqui vão algumas ideias de ‘histórias coloridas’ que são ótimas para meninas e meninos de todas as idades! inclusive a sua!

A primeira á a aventura da Chapeuzinho Vermelho, de Charles Perrault, que fala sobre a garota que se coloca em perigo por seu atrevimento, mas que acaba aprendendo muito sobre se cuidar depois da terrível experiência do encontro com o lobo.

Uma história também muito profunda, transformadora e cheia de significados é A Bolsa Amarela, de Lygia Bojunga. A encantadora prosa da única autora brasileira a ganhar o prêmio Hans Christian Handerse, conta a história de uma menina que tem que lidar com a frustração de reprimir algumas de suas vontades.

E por último, nessa primeira seleção, sugerimos O Planeta Lilás, do eterno menino maluquinho Ziraldo. Nessa aventura, um bichinho resolve conhecer o mundo e percebe que mal conhece a si mesmo.

Boas leituras coloridas!

A tecnologia ajuda ou atrapalha na educação das crianças?

Por Beautyslime

Essa não é uma questão que tenha resposta simples ou conclusiva em um único texto. Ela nos renderá ainda muitas reflexões.

Afinal, a tecnologia aproxima ou isola as pessoas? Aprofunda o conhecimento e a possibilidade de atenção ou ajuda a criar seres mais dispersos e que não conseguem se ater ao mesmo foco por mais que alguns segundos? A espera pelos “likes” deixa mesmo as pessoas mais ansiosas? O volume de ”hates” recebidos em um post pode deprimir?

Há que se olhar para esse assunto com atenção e rigor, mas também estar aberto a tentar entender para onde se move esse admirável mundo novo no qual estamos vivendo desde que os computadores e a evolução das comunicações ganharam o protagonismo que estão tendo.

Nunca tivemos tanto acesso a informação ou pudemos, em tempo praticamente real, matar a saudade de quem está longe, tirar as dúvidas sobre algum assunto ou buscar por conhecimento focado e seguro com tanta agilidade e eficiência. Por outro lado, nunca estivemos tão expostos em relação aos conteúdos de nossas vidas e com a possibilidade de termos nossos dados conhecidos e controlados.

A mesma tecnologia que aumentou a nossa segurança multiplicou em progressão geométrica a nossa vulnerabilidade e exposição.

Você já parou para pensar que, ao postarmos nas redes sociais, por exemplo, as fotos e vídeos da festa de aniversário da maior preciosidade de nossas vidas, os filhos, além do registro afetivo e de fazer chegar para quem está longe os detalhes desse momento tão importante, estaremos expondo também, para os milhões de pessoas que têm acesso (e que vasculham!) à internet, quem somos, como vivemos, com quem convivemos, que tipo de festa nosso orçamento nos permite oferecer e para qual número de pessoas?

Pois bem, e o que isso tem a ver com educar em tempos de tecnologia? Tudo!

Essas questões (exposição, conteúdos controlados e o uso que se pode fazer deles) são a base da reflexão sobre como educar no mundo tecnológico.

Não dá para ignorar que o acesso à tecnologia de alta qualidade e velocidade veio para ficar e é extremamente atraente para todos, não só para as crianças. Ela pode, deve e está sendo usada como um eficaz instrumento de alfabetização, aprendizado, diversão e multiplicação de conhecimento. Mas também como um perigoso mecanismo de acesso a dados que nem sempre sabemos que estamos fornecendo.

Seria utópico sugerir que é preciso tirar das crianças o acesso aos gadgets; seria arrumar um inimigo! Mas é urgente e importante dizer que esse acesso deve ser conhecido e controlado de alguma forma pelos responsáveis, assim como o tempo de exposição e interação com as diversões eletrônicas devem ser negociados para que haja tempo e espaço para brincadeiras ao ar livre, leitura e… conversa ao vivo!

Sugerimos que essa, digamos, supervisão ao acesso e interação com a tecnologia deva ser feita de maneira transparente, orgânica e deixando claro que não se trata de uma punição, mas sim da tentativa de equilíbrio entre a interação com a tecnologia e os outras formas sensoriais, afetivas e intelectuais de se divertir.
Isso certamente ajudará a criar adultos e cidadãos mais afetivos, conscientes e que saberão buscar e tirar o melhor proveito de conteúdo e das outras possibilidades de interação que a tecnologia pode proporcionar.

Ainda é cedo para saber ao certo o quanto de positivo e negativo há na nossa relação com as máquinas. Por isso, é importante estar atento a esses detalhes.

O bom senso, a conversa, o entendimento, a disciplina, alguns limites, a busca por soluções orgânicas e a manifestação do amor são os melhores “aplicativos” para se usar na hora de educar.

O ENIGMA DAS CORES!

Por Beautyslime

O azul acalma? O vermelho é a cor da sedução? O dourado traz prosperidade?

Segundo a cromoterapia, a terapia das cores, todas essas perguntas teriam o “sim” como resposta. Mas, nem todo mundo pensa assim.

Há muita controversa sobre se essa prática de usar as cores de forma terapêutica para relaxar, se empoderar, se tratar ou atrair o que se quer teria mesmo algum efeito comprovável. Alguns dizem que não há nenhuma confirmação científica para isso e o nosso blog não pretende responder essa questão.

Controvérsias ou não, as terapias ditas alternativas seguem seu curso e ocupam parte do imaginário e da atenção das pessoas que estão conectadas a algo para além do concreto e científico, sem desmerecer a importância de uma coisa ou da outra.

Muitos apostam que a alegria cura, que acreditar nos sonhos é parte do caminho para realizá-los e como disse William Shakespeare, que há muito mais mistérios entre o Céu e a Terra do que possa supor o nosso entendimento.

Para os que acreditam e praticam a cromoterapia, o uso de determinadas cores em algumas situações pode ajudar a harmonizar o equilíbrio entre o corpo e a mente e a deixar os ambientes mais relaxantes ou vibrantes, a partir do que se queira.

Há registros que remetem ao uso das cores para cura na Grécia, Babilônia, China e Egito antigos, para além de 2.000 a.C..

Isaac Newton, que foi um dos físicos mais brilhantes de sua época, constatou que as cores tinham vibrações e emitiam ondas diferentes.

No mundo contemporâneo, por volta do século XVII, o cientista alemão Johann Wolfgan Von Goethe foi um dos primeiros estudiosos a prestar mais atenção na conexão entre cor e cura. Desde essa época acredita-se que há alguma conexão entre as cores e as células humanas e que, por isso, as cores poderiam interagir de forma positiva sobre alguns males.

Existem algumas variações sobre a relação entre as cores e as suas potencialidades transformadoras e terapêuticas.

Apresentamos a seguir algumas dessas potencialidades atribuídas a algumas cores.

Laranja: traz força e alegria.

Azul: acalma e relaxa.

Roxo: purificação e protege.

Rosa: espalha amor e carinho.

Dourado/amarelo: dá poder e prosperidade.

Verde: regenera a saúde.

Vermelho: potencializa e vitalidade e o poder de sedução.

SLIME: MAIS QUE UMA BRINCADEIRA, UMA ATITUDE INTERATIVA

Por Beautyslime

Quem tem filhos, sobrinhos ou convive com crianças, certamente já ouviu falar em Slime, uma das brincadeiras mais lúdicas, divertidas, completas e encantadoras do mundo contemporâneo.

Os Slimes estão em toda parte! Em várias formas! De todas as cores e texturas que se possa imaginar e inventar! Não há limite para dar asas à criatividade!

Mais do que uma brincadeira, Slime é uma atitude!

E que poder ele tem! Conseguiu juntar as tribos de crianças e adolescentes mais diferentes para trocarem impressões sobre seus experimentos e, o que é mais intrigante, fez a garotada se desconectar um pouco das telas, aplicativos e outras formas de diversões eletrônicas.

Para quem ainda não sabe, trata-se do resultado de uma combinação de diversos ingredientes para se chegar a uma massa de cores e texturas diferentes, e pode ser moldado de várias formas, a partir do que se coloque em sua receita.

Existem centenas de receitas para Slimes nas redes sociais, quase todas levam cola branca, água, mineral bórax ou água boricada. Geralmente, o que varia são os produtos que darão a cor e a textura e ajudarão a encontrar a forma mais legal para a brincadeira.

Cada um escolhe o seu jeito próprio de brincar e combinar. Vale tudo: corantes, sabonetes líquidos, shampoos e hidratantes coloridos, glitter e o que mais couber na imaginação!

Assim como as múltiplas formas de brincar com essa febre, a interação com o Slime abre muitas possibilidades de reflexão; e por isso pode ser chamado de atitude.

Para começar, é uma ação totalmente orgânica, em que o que vale é a capacidade das crianças de criar, experimentar, se propor desafios e ultrapassá-los… Sem ser preciso estar conectado a nenhuma tela.

A diversidade ao criar as formas e dar cores e texturas abre também uma excelente possibilidade de socialização, interação e de troca de experiências com outros “slimers”.

Além disso, brincar com Slime relaxa e entretém como poucas atividades!

Quase tudo isso as crianças à sua volta já devem saber. O que talvez vocês ainda não saibam, e quem sabe gostará de saber, é que o Slime começou com um experimento que não deu certo.

O inventor e engenheiro químico escocês James Wright, durante a Segunda Guerra Mundial, tentou combinar óleo de silicone e ácido bórico, para criar um material que fosse tão fácil de moldar quanto a borracha e pudesse substituí-la, já que ela estava se tornando escassa.

(Algumas fontes dizem que James Wright é norte-americano. Suprimimos a nacionalidade?)

Não deu muito certo para o que James Wright queria, mas ele percebeu que era muito prazeroso e relaxante tentar moldar a combinação do ácido com o óleo. E o som produzido também era gostoso de ouvir e distraía, ainda mais em uma situação de guerra.

Ou seja, o que seria um utilitário para a guerra virou uma atividade lúdica e carregada de possibilidades que nem o inventor esperava.

Assim foi inventado o Slime que ao longo dos anos sofreu muitas transformações para se tornar a brincadeira que conhecemos hoje.

Observe que está aí uma boa chance para reforçar com os pequenos que os experimentos nos ajudam a enfrentar obstáculos e costumam trazer desafios. Nem sempre conseguimos ter desses experimentos os resultados que gostaríamos, mas eles podem se transformar em outras coisas até muito mais legais do que esperávamos.

Superar desafios de forma criativa, divertida, colaborativa e positiva é uma atitude muito Slime!